Pr. Carlos Pinheiro

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Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Alexandre Teodoro

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Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Regino Barros

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Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Fábio Henrique

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Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Márcio Candido

Pr. Márcio Candido

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Nacional – SP   [email protected]  

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Ademir Pereira

Pr. Ademir Pereira

Sede Estadual - RN [email protected]  

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Marcelo Torres

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Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Raphael Batista

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Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Weslley Santos

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Pr. Danilo Queiroz

Pr. Danilo Queiroz

Sede Estadual – CE   [email protected]  

Depressão e ansiedade aumentaram até 80% na quarentena, diz pesquisa.

Depressão e ansiedade aumentaram até 80% na quarentena, diz pesquisa.

Estudo da Uerj mostra que mulheres são mais propensas à ansiedade e idosos em casa e ausência de crianças são fatores de risco para depressão.

 

 

Uma pesquisa realizada pela Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) mostrou que os casos de depressão aumentaram em 50% durante a quarentena por conta da covid-19, e a ansiedade e o estresse, em 80%.

A pesquisa foi realizada por meio de questionário online com 1.460 pessoas em dois momentos: de 20 a 25 de março e de 15 a 20 de abril.

O psicólogo Yuri Busin, Diretor do Centro de Atenção à Saúde Mental - Equilíbrio (CASME), explica que a situação gerou um medo muito intenso nas pessoas, o que acarretou a piora e o surgimento de transtornos psicológicos.

Leia também: Vale procurar atendimento médico nos primeiros sintomas da covid-19?

Ele explica que a piora da saúde mental ocorre por múltiplos fatores como a solidão, o medo de ficar doente, não sair ao ar livre e a falta de perspectiva para o futuro. “Por mais que a gente nunca tenha segurança sobre o futuro, essa é uma situação muito inesperada e gera medo, angústia e ansiedade.”

De acordo com dados da pesquisa, mulheres estão mais propensas a sofrer com estresse e ansiedade. Outros fatores que contribuem para o quadro são alimentação desregrada, doenças preexistentes, ausência de acompanhamento psicológico, sedentarismo e a necessidade de sair de casa para trabalhar.

 

Para a depressão, os fatores de risco apontados pela pesquisa são idade avançada, ausência de crianças em casa, baixo nível de escolaridade e presença de idosos no ambiente doméstico.

Daniel Oliveira dos Santos, 23, engenheiro de automação mecatrônica, mora com o irmão e tem claustrofobia, ansiedade e Transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH). Para ele, o que mais afeta é ficar o dia inteiro no mesmo ambiente e a falta de contato com amigos e familiares.

“Apesar de morar com o meu irmão eu quase não o vejo, ele trabalha o dia inteiro e só volta à noite. Mesmo quando ele está aqui, evitamos contato.”

O engenheiro afirma que a quarentena piorou seu quadro psicológico. “Meio que os três [transtornos] estão interligados. A claustrofobia dá a sensação de que estou preso, isso aumenta a ansiedade e fica difícil controlar o TDAH, já que sou muito hiperativo e quero gastar energia, e aí só tem dentro de casa para fazer isso, o que também aumenta a ansiedade.”

 

Fonte: R7


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