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A GRAÇA DE DAR A DEUS O QUE É DE DEUS

“Honra ao SENHOR com os teus bens, e com a primeira parte de todos os teus ganhos; e se encherão os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares” (Pv 3:9-10).

A palavra graça tem uma variedade de conotações, mas interessa a esta reflexão o sentido da bênção imerecida concedida por Deus ao homem. Contudo, é necessário diferenciar o sentido entre graça comum (geral, universal) e a graça especial (salvífica, regeneradora) a fim de se compreender sobre a graça divina e a situação humana. É devido a graça comum que o homem retém dentro de si a consciência da diferença entre o certo e o errado, entre a verdade e a mentira, a justiça e a injustiça e a consciência de que é responsável por seus atos em relação ao próximo e a Deus.

A graça comum deve-se ao cuidado contínuo que Deus tem com a Sua criação à medida que atende às necessidades de suas criaturas e, refreia a sociedade humana, de se tornar intolerável e ingovernável; e permite que a humanidade, embora caída espiritualmente, viva em conjunto com toda a criação existente na natureza, e cultive atividades científicas, culturais e econômicas da civilização.

A graça especial é aquela pela qual Deus redime, santifica e salva seu povo. É concedida somente aos seus eleitos para a vida eterna, mediante a fé em Seu Filho, o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. É a esta graça que se deve a totalidade da salvação dos cristãos: “Ora, tudo provém de Deus que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo” (II Co 5:18).

A graça regeneradora de Deus é dinâmica. Não somente salva como também transforma a todos cujas vidas estavam destruídas e desprovidas de significado. Esse fato é ilustrado pela experiência de Saulo, o perseguidor, que drasticamente foi transformado em Paulo, o apóstolo, de tal modo que ele testifica: “Pela graça de Deus, sou o que sou; e a sua graça, que me foi concedida, não se tornou vã, antes trabalhei muito mais do que todos eles [os demais apóstolos]; todavia não eu, mas a graça de Deus comigo” (I Co 15:10).

A graça sempre significa que é Deus quem toma a iniciativa em favor dos pecadores necessitados de salvação. O estado do pecador é de morte espiritual, que é a incapacidade total, e a sua única esperança é o milagre do novo nascimento que vem de cima (Jo 3:3), como diz a Palavra: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2:8-9).

A graça é eficaz porque vem de Deus. Jesus disse: “Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim e o que vem a mim de modo nenhum o lançarei fora. [...]. E a vontade de quem me enviou é esta: Que nenhum eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia” (Jo 6:37, 39; cf. 17:2, 6, 9, 12, 24). Não há nenhum poder que possa frustrar a obra da graça especial de Deus: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem” (Jo 10:27), diz o Bom Pastor.

A graça irresistível é aquela que não pode ser rejeitada. O conceito de irresistibilidade está estreitamente vinculado à natureza eficaz da graça. E a graça suficiente é a adequada para a salvação do cristão aqui na Terra e a seguir por toda a eternidade.

A boa condição financeira da pessoa não é requisito para contribuir (II Co 8:2; Tg 2:5; Is 58:8-12). Os que mais contribuem não são os que mais têm, mas os que mais amam a Deus e n’Ele confiam. A convicção da mordomia dos dízimos e ofertas alçadas entre outras, levam o cristão a liberação da generosidade.

É bom lembrar e registrar em nosso coração que servimos a Deus e não ao dinheiro (Mt 6:24. Então, clamarás e o Senhor te responderá dizendo: “Eis-Me aqui”. Abrindo a tua alma para socorrer aos famintos de Deus e aflitos de alma, tua luz resplandecerá e a escuridão será como o Sol do meio dia. E serás como um jardim regado como um manancial cujas águas nunca faltam e ainda, te deleitarás no Senhor, e Ele te fará cavalgar sobre as alturas da terra e te sustentará, porque a boca do Senhor assim o disse.

Assim, a graça de dar a Deus o que é de Deus, se constitui num dos principais ensinos do Novo Testamento. É sobre o crescimento na graça de dar, que vemos no apelo de Paulo aos coríntios, de igual forma, a aplicação para a atual Igreja de Cristo. Lembrando que a igreja é composta por membros e cada um é dotado de conhecimento para exercer a graça de dar a Deus o que é de Deus, como bem enfatizou o apóstolo Paulo:

“Portanto, assim como em tudo abundais em fé, e em palavra, e em ciência, e em toda a diligência, e em vosso amor para conosco, assim também abundeis nesta graça. Não digo isto como quem manda, mas para provar, pela diligência dos outros, a sinceridade de vosso amor. 9Porque já sabeis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre; para que pela sua pobreza enriquecêsseis” (II Coríntios 8:7-9).

Vejamos cada um desses ensinos de Paulo, lembrando que a única opção de se doar é com alegria:

1. A oferta inicial é dar-se a si mesmo (II Co 8:5, 12, 14);

2. A oferta deve ser voluntária, em resposta à oferta voluntária de Deus a cada um de nós. “E não somente fizeram como nós esperávamos, mas a si mesmos se deram primeiramente ao Senhor, e depois a nós, pela vontade de Deus” (II Co 8:5) e, “Portanto, assim como em tudo abundais em fé, e em palavra, e em ciência, e em toda a diligência, e em vosso amor para conosco, assim também abundeis nesta graça” (II Co 8:7) e “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria” (II Co 9:7).

3. Ao ofertar, o cristão deve refletir a Graça de Deus operando em sua vida. “Porque já sabeis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre; para que pela sua pobreza enriquecêsseis” (II Co 8:9). O exemplo de Cristo deve ser o modelo para o cristão.

4. Ao dar-se, o mordomo cristão demonstra sua sensibilidade para com as necessidades do seu próximo. “Mas para igualdade; neste tempo presente, a vossa abundância supra a falta dos outros, para que também a sua abundância supra a vossa falta, e haja igualdade” (II Co 8:14); “Visto como, na prova desta administração, glorificam a Deus pela submissão, que confessais quanto ao evangelho de Cristo, e pela liberalidade de vossos dons para com eles, e para com todos” (II Co 9:13).

5. Dar-se expressa gratidão do mordomo fiel “Para que em tudo enriqueçais para toda a beneficência, a qual faz que por nós se dêem graças a Deus. 12Porque a administração deste serviço, não só supre as necessidades dos santos, mas também é abundante em muitas graças, que se dão a Deus” (II Co 9:11-12).

6. A oferta alçada é prova evidente de amor. “Por honra e por desonra, por infâmia e por boa fama; como enganadores, e sendo verdadeiros” (II Co 6:8); “Portanto, mostrai para com eles, e perante a face das igrejas, a prova do vosso amor, e da nossa glória acerca de vós” (II Co 6:24).

7. A oferta alçada reflete visão missionária do ofertante. “Como em muita prova de tribulação houve abundância do seu gozo, e como a sua profunda pobreza abundou em riquezas da sua generosidade” (II Co 8:2). “E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará” (II Co 9:6).

8. A verdadeira oferta alçada é feita de boa vontade e com alegria. “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria” (II Co 9:7).

9. A oferta alçada deve ser proporcional. “Porque, se há prontidão de vontade, será aceita segundo o que qualquer tem, e não segundo o que não tem” (II Co 8:12).

10. A oferta alçada deve ser regular e deve ser dada junto com o dízimo na Igreja local. “No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar” (I Co 16:2);

11. A oferta alçada ultrapassará o padrão do dízimo no limite da vontade de Deus. “Porque Deus ama ao que dá com alegria” (II Co 9:7b); “Os sinais do meu apostolado foram manifestados entre vós com toda a paciência, por sinais, prodígios e maravilhas” (I Co 12:12).

Portanto, cresçamos na graça de dar-se a si mesmo com alegria, lembrando que “é dando que se recebe”; seja com propriedades, dinheiro, trabalho na Obra entre outras formas de contribuir para o crescimento do Reino de Deus.

Finalizo com esses dois lindos textos da Palavra de Deus:

“Porque o SENHOR Deus é um Sol e Escudo; o SENHOR dará graça e glória; não retirará bem algum aos que andam na retidão” (Sl 84:11).

“A graça seja com todos os que amam a nosso Senhor Jesus Cristo em sinceridade. Amém!” (Ef 6:24).

Por Valdely Cardoso Brito

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