Pr. Ademir Pereira

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Pr. Márcio Silva

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Pr. Danilo Queiroz

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Pr. Leonardo Pinheiro

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Pr. William Alves

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Pr. Sandro Pinheiro

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Pr. Danyel Pagliarin

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Pr. Emerson Stevanelli

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Pr. Gilvan Gomes

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Pr. Dionatan Freitas

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Pr. Raphael Batista

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Pr. Wesley Santos

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Pr. Carlos Pinheiro

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Ações da Petrobras sobem quase 4% com disparada do preço do petróleo

Na abertura dos mercados nesta segunda-feira, 16, os investidores mostraram uma postura cautelosa. Ataque de drones a campos de petróleo da estatal saudita Saudi Aramco afetaram mais da metade da produção do país e alçaram os preços da commodities em até 19%. Às 11h59, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, operava estável aos 103.499 pontos. O desempenho negativo é resguardado pela alta nas ações da Petrobras de 3,35% (preferenciais) e 3,74% (ordinárias), ambas entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira. Já o dólar comercial estava estável, cotado aos 4,08 reais na venda. No início das negociações desta segunda-feira, o índice de petróleo futuro Brent subiu 19%, para 71,95 dólares por barril, enquanto outro grande marco, o West Texas Intermediate, subiu 15%, para 63,34 dólares. Em algumas horas, os dois índices recuaram: às 5h10 (de Brasília), o barril do petróleo tipo Brent para entrega em novembro avançava 8,60% na ICE, para 65,40 dólares, enquanto o do WTI para outubro subia 7,68% na Nymex, a 59,06 dólares. A alta da Petrobras é resultado do aumento do preço do petróleo. Com a valorização por causa da queda na oferta, a tendência, para os investidores, é de que a receita da Petrobras cresça. A política de preços da estatal é baseada no conceito de paridade de importação, que consiste no acompanhamento das cotações internacionais, incluindo o custo para trazer os produtos ao país.

Para Vitor Beyruti, economista da Guide investimentos, o impacto nos preços do petróleo deve ser de curto prazo. “Com a situação normalizada, consequências dessa alta, como um possível protesto dos caminhoneiros, já se tornam mais difíceis”, afirma ele. “Em geral, com esse aumento o reflexo acaba sendo bastante positivo para a Petrobras”, acrescenta. Os Estados Unidos já ofereceram suas reserva para o fornecimento mundial e a Arábia Saudita enxerga a situação como controlada. 

Para analistas da corretora UBS, a alta nos preços pode ser um desafio para a estatal brasileira. “Um dos maiores dilemas para investidores sobre a Petrobras está relacionado à sua capacidade de seguir as variações internacionais de preço e a volatilidade do câmbio. Nós agora vemos uma situação desafiadora para a companhia, uma vez que esperamos que o petróleo salte e o real potencialmente se deprecie”, escreveram os analistas no documento, publicado no domingo, 15. No último sábado, as instalações da estatal Saudi Aramco, a maior companhia processamento do óleo no mundo, sofreram ataque de drones. Por disso, a Arábia Saudita anunciou a suspensão temporária da produção diária de 5,7 milhões de barris – perto da metade da produção do reino. Trata-se do equivalente a 6% do abastecimento mundial e mais que o dobro de toda a produção brasileira, que gira em torno de 2,7 milhões de barris ao dia. O restabelecimento pleno dos trabalhos da estatal saudita pode levar semanas.

O grupo houthi do Iêmen, alinhado ao Irã, assumiu a autoria do ataque. Os Estados Unidos acreditam que o Irã esteve diretamente ligado à ofensiva, baseado em imagens de satélites e informações de inteligência. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Abbas Mousavi, rejeitou as alegações, afirmando serem “sem sentido”.

As tensões entre Washington e Teerã já estavam em alta por causa de uma longa disputa entre as duas nações sobre o programa nuclear do Irã, que levou os Estados Unidos a imporem sanções abrangentes sobre a República Islâmica. Segundo Beyruti, da corretora Guide Investimentos, a principal preocupação do mercado é com a escalada de tensões entre os dois países, e as possíveis consequências para o mercado global.

Fed e Copom

A semana já era de aversão ao risco, com investidores na expectativa pelas decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos. No cenário doméstico, o esperado é que a taxa básica de juros, a Selic, caia a 0,5 pontos percentuais a 5,5%. Lá fora, a redução deve ser de 0,25 p.p.

Fonte: VEJA


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