Pr. Fábio Henrique

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Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Danilo Queiroz

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Sede Estadual – CE   [email protected]  

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Nacional – SP   [email protected]  

Pr. Carlos Pinheiro

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Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Raphael Batista

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Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

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Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

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Pr. Sandro Pinheiro

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Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Ademir Pereira

Pr. Ademir Pereira

Sede Estadual - RN [email protected]  

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

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Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

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Economistas elevam previsão do PIB para o ano e diminuem inflação

Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central elevaram em 0,02 ponto percentual a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que mede o desenvolvimento da economia brasileira. Segundo dados do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira, 19, o PIB deve crescer 0,83% neste ano. Na semana passada, a projeção era de 0,81%.

Caso se mantenha neste patamar, o PIB será menor que nos dois anos anteriores, quando a taxas de crescimento da economia foi de 1,1%. Os economistas começaram o ano otimistas com o desenvolvimento de investimentos e o setor produtivo, chegando a prever o PIB a 2,57%. Mas, sem a retomada esperada, a previsão virou de ‘pibinho’ depois de cinco meses de reajuste para baixo da taxa. O PIB é soma de todos os bens e serviços produzidos no país.

Nesta semana, os economistas ouvidos pelo Focus também diminuíram a previsão da inflação: de 3,76% na semana anterior para 3,71% agora. Com a redução, o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) continua abaixo do centro da meta da inflação deste ano, definido em 4,25% pelo governo. A taxa, no entanto, está dentro da margem de erro, que é de 1,5 ponto percentual para baixo ou para cima (2,75% a 5,75%).

No relatório, os economistas preveem a taxa básica de juros da economia, a Selic, a 5%, mesma estimativa da semana passada. Atualmente, a Selic está em 6%, menor patamar da história, e o Banco Central já indicou que deve continuar a cortar a taxa para estimular a economia. A próxima reunião do Conselho de Política Monetária (Copom), responsável pela taxa de juros, será no dia 18 de setembro.

Câmbio

Os analistas consultados pelo Banco Central alteraram a previsão para o dólar comercial ao fim do ano. A estimativa do mercado é que a moeda termine 2019 vendida a 3,78 reais e na semana anterior a estimativa era de 3,75 reais. Os patamares ainda estão abaixo da cotação atual. Na sexta-feira, o dólar fechou vendido a 4 reais, quinta semana consecutiva de alta.

Para tentar conter a variação cambial, o Banco Central irá vender 550 milhões de dólares por dia entre 21 e 29 de agosto. A moeda disparou após o acirramento da guerra comercial entre Estados Unidos e China e o temor de uma desaceleração econômica global. 

Fonte: VEJA


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