Pr. Gilvan Gomes

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Pr. Danilo Queiroz

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Pr. Raphael Batista

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Após ouvir programa da Paz e Vida, homossexual é liberto por Jesus

Robson Ribeiro revelou aos irmãos da Paz e Vida como Deus transformou sua vida, antes presa às drogas, ao candomblé e à homossexualidade. Viciado em crack e maconha, em 1997 ele começou a se prostituir numa das principais avenidas de Campinas-SP. Certo dia, numa dessas baladas gays, na Praia Grande-SP, um de seus “clientes” o levou a uma festa de candomblé para Iemanjá. A partir daquele dia, Robson passou a se envolver mais e mais com o candomblé e, em 1998, um pai-de-santo jogou os búzios e disse-lhe que seria muito rico. Na ganância de ganhar muito dinheiro “fácil”, Robson começou a sacrificar animais. “Eu tinha que ficar até 40 dias comendo aquela carne de bicho morto há mais de um mês e tomando o seu sangue”, diz Robson. Ele fez esses rituais de 1998 até 2006 com o objetivo de se tornar um pai de santo. Em 2006 ele se tornou pai de santo e tinha que fazer outro tipo de trabalho, para outro tipo de espírito. O espírito dizia que Robson só podia manter relações sexuais com homens e assim ele se casou com vários travestis, a maioria tinha muito dinheiro. “Eu servia ao inimigo, vivia dentro de cemitério, abrindo catacumba, acendendo vela. Cheguei a gastar mais de 15 mil reais com candomblé, sacrificando animais”, revela.

Sem poderes contra os filhos de Deus


A partir de 2008, Robson começou a perceber que quando ele e seu pessoal do candomblé faziam algum trabalho para algum filho de crente, na hora em que começavam a sacrificar os bichos para derrubar o sangue nessa pessoa, o espírito do exu chegava, agredia a todos com uma vara e chutava todos os bichos que já estavam preparados para morrer. O espírito dizia que fazia aquilo porque aquela pessoa não podia ficar dentro do terreiro porque alguém da família dela pertencia ao Deus da Luz e, por isso, nós não poderíamos tocar nela. Segundo Robson, depois de apanhar, colocar a cabeça no chão e pedir perdão o espírito explicava que as pessoas do terreiro não poderiam ter contato com crente, porque o crente quebrava todo trabalho que era feito na cabeça deles.

Robson chegou a ouvir do espírito que ele deveria levar toda sua família para o candomblé. O espírito disse que, se ele conseguisse isso, lhe daria tudo o que pedisse. Mas Robson teve medo, porque o espírito disse que, caso ele não levasse sua família para o candomblé o mataria. Então, Robson procurou seus pais e seus irmãos e lhes pediu que procurassem uma igreja, já que ele era impedido de fazer isso. “Nós apanhamos várias vezes do espírito por causa dos trabalhos contra crentes. Eu perguntava pro espírito por que a gente não podia fazer um trabalho contra crente. E o espírito dizia que era porque a mãe dele orava por ele, a mãe dele servia ao Deus da Luz”, diz. Então ele começou a perceber que Deus era mais forte do que aquele ao qual estava servindo. Robson conta que tudo foi permissão de Deus. Sua mãe foi à igreja e logo depois toda sua família foi salva. Todos da sua casa foram batizados.

Isso revoltou o espírito, que em 2007 levou Robson à prisão. Ele perdeu tudo o que tinha: um estúdio de tatuagem e um bar homossexual. Dentro da cadeia ele chegou a ganhar uma Bíblia, mas por causa de uma rebelião não pôde ficar com ela.

A libertação
Certo dia, já fora da prisão, Robson tinha passado uma madrugada inteira fazendo trabalho para uma moça passar no curso de medicina, quando já cansado de tanto matar bichos e rouco de tanto rezar, ele decidiu pegar o celular para ouvir música eletrônica. Mas acabou parando numa rádio gospel que transmitia o programa da Paz e Vida. “O pastor estava pregando sobre Jó. Eu dei crédito àquela pregação e comecei a ouvir. E eu descobri que o diabo era limitado no agir dele porque Deus, na história de Jó, disse para o diabo que ele poderia tocar no corpo de Jó, mas não poderia mexer na vida dele porque ele era filho de Deus. Eu adormeci e quando acordei a estudante estava no terreiro para terminar o trabalho, e o outro pai-de-santo me chamou para rezar. Mas eu não sabia mais fazer aquelas rezas. Eu tinha esquecido tudo. Era como se eu tivesse nascido naquele momento. Aquela pregação que o pastor tinha feito limpou a minha cabeça todinha, retirou todas as rezas da minha cabeça, todas as músicas ruins”.

Na manhã seguinte Robson imediatamente procurou uma igreja da Paz e Vida. Ele disse aos obreiros que precisava conversar com o pastor porque alguma coisa tinha acontecido com ele. Robson ouviu toda a pregação e à noite voltou para conversar com o pastor e lhe contou toda a sua história no candomblé e na homossexualidade. Pediu ajuda. “Ele reuniu um grupo de pastores que orou tanto pela minha vida que o demônio saiu pela minha boca, o espírito queimou minha língua. Eu continuei vindo na Paz e Vida, e o espírito começou a me perseguir. Mas eu não queria mais aquilo porque eu tinha sido liberto e ungido através das orações dos irmãos”, conta.

Então Robson voltou ao terreiro decidido a largar tudo para seguir ao Senhor Jesus. Ele arrumou sua bolsa, pegou alguns documentos e foi embora. Ele chegou ao culto com a roupa que tinha, vestimentas justas de homossexual. Ele disse ao pastor que tinha acabado de fugir do centro e que, se o Deus do pastor fosse realmente o Todo-Poderoso, o ajudaria. Naquele dia Robson havia dizimado. Ele fez prova do Senhor e o Pai o abençoou abrindo-lhe uma porta de emprego. “Deus também proveu um lugar para eu ficar. Estou no processo de libertação, vou para uma clínica de recuperação em Franco da Rocha-SP. Serei obreiro lá. Minha vida mudou completamente. Quem me salvou foi Jesus através daquele programa de rádio”, alegra-se.

Robson deve ficar no centro de recuperação por seis meses e depois pretende estudar teologia e ser missionário para ganhar almas para Jesus.

Marcia Pinheiro


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