Pr. William Alves

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Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Márcio Silva

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Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

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Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Wesley Santos

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Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Neilton Rocha

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Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Emerson Stevanelli

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Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. Raphael Batista

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Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Delson Campos

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Pr. Fábio Henrique

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Pr. Danyel Pagliarin

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Pr. Ademir Pereira

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Pr. Danilo Queiroz

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Pr. Joaquim Neto

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Pr. Dionatan Freitas

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Pr. Regino Barros

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Pr. Sandro Pinheiro

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Pr. Leonardo Pinheiro

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Em semana de alta no petróleo, gasolina subiu 0,16% nas bombas

O valor médio da gasolina vendida nos postos brasileiros subiu em média 0,16% na semana passada, de 4,310 para 4,317 reais, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), divulgados nesta segunda-feira, 23. O desempenho revela que a crise no petróleo, em decorrência de ataque às instalações da Saudi Aramco, na Arábia Saudita, e o consequente aumento dos preços pela Petrobras nas refinarias brasileiras, não tiveram impacto significativo no bolso do consumidor. O preço do diesel teve alta de 0,56% a 3,582 reais e o do etanol se manteve estável em 2,843 reais.

Segundo a ANP, os preços da gasolina subiram em 12 estados brasileiros e no Distrito Federal e houve queda em 13 estados. No Amazonas, o valor ficou estável. O equilíbrio entre as unidades da federação que aumentaram e reduziram os preços e a leve alta nos valores da gasolina mostram que não foram captados possíveis reajustes nas bombas, após o aumento de 3,5% nas refinarias anunciado pela Petrobras na quarta-feira 18. Na semana anterior a alta da gasolina foi de 0,28%.

Em São Paulo, maior consumidor do país e com mais postos pesquisados, o litro da gasolina caiu, em média, 0,12% na semana passada, de 4,080 para 4,075 reais. No Rio de Janeiro, o combustível recuou 0,38%, de 4,789 reais para 4,77 reais, em média.

Preço do petróleo disparou

No sábado 14, as instalações da estatal Saudi Aramco, a maior companhia de processamento do óleo no mundo, sofreram ataque de drones. Por isso, a Arábia Saudita suspendeu temporariamente da produção diária de 5,7 milhões de barris – perto da metade da produção do reino – o que fez os preços da commoditie dispararem ao maior valor em uma década. No mercado internacional, o medo era de que a situação se estendesse por meses. Porém, três dias após o ataque, os sauditas informaram que sua produção seria restabelecida até o final de setembro.

Após o anúncio que tranquilizou o mercado, a Petrobras divulgou na quarta-feira 18 que elevaria os preços na refinarias do diesel, em 4,2% e o da gasolina, em 3,5%. Cabe as distribuidoras repassar o valor ou não aos consumidores finais.

Os valores de gasolina e diesel vendidos pela Petrobras às distribuidoras têm como base a paridade de importação, formada pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos para importadores, como transporte e taxas portuárias. Mas desde uma histórica greve dos caminhoneiros, em maio do ano passado, a empresa vem buscando evitar repassar a volatilidade do mercado externo para os clientes.

O grupo houthi do Iêmen, alinhado ao Irã, assumiu a autoria do ataque às instalações da Saudi Aramco. Os Estados Unidos, no entanto, acreditam que o Irã esteve diretamente ligado à ofensiva, baseado em imagens de satélites e informações de inteligência. O Irã nega.

(Com Estadão Conteúdo)

Fonte: VEJA

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