Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Danilo Queiroz

Pr. Danilo Queiroz

Sede Estadual – CE   [email protected]  

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Ademir Pereira

Pr. Ademir Pereira

Sede Estadual - RN [email protected]  

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Google suspende negócios com Huawei após decreto de Trump

O Google suspendeu parte de seus negócios com a Huawei dias depois do presidente estadunidense, Donald Trump, assinar um decreto que atingiu fortemente a multinacional chinesa nos Estados Unidos, proibindo empresas do país de utilizarem equipamentos de telecomunicações estrangeiros que “coloquem em risco a segurança nacional”.

A decisão do Google deve afetar os serviços que exigem transferência de hardware, software e serviços técnicos à multinacional chinesa.

Os usuários de smartphones da Huawei que utilizam aplicativos do Google, no entanto, continuarão podendo usar e baixar as atualizações fornecidas pela companhia americana, segundo um porta-voz da empresa. “Estamos cumprindo a ordem e analisando as implicações.Para os usuários de nossos serviços, o Google Play e as proteções de segurança do Google Play Protect continuarão funcionando nos dispositivos Huawei existentes”, disse o porta-voz, sem fornecer mais detalhes.

A suspensão pode prejudicar os negócios de smartphones da Huawei fora da China, já que a gigante da tecnologia perderia imediatamente o acesso a atualizações do sistema operacional Android, do Google. Versões futuras dos smartphones Huawei que rodam no Android também perderiam acesso a serviços populares, incluindo o Google Play Store, o Gmail e os aplicativos do YouTube.

Com o secretário de Estado Mike Pompeo na linha de frente, os Estados Unidos realizam há meses uma ofensiva contra a Huawei, que acusam de espionar para Pequim.

Os Estados Unidos excluíram a Huawei dos projetos de tecnologia 5G em seu território e tentam convencer seus aliados ocidentais a fazer o mesmo, advertindo para os muitos riscos de espionagem por meio da quinta geração da Internet móvel.

“Empresas de telecomunicações chinesas como Huawei servem efetivamente como um braço de Inteligência do Partido Comunista chinês”, declarou o senador republicano Tom Cotton. “A administração tem razão ao restringir o uso de seus produtos”.

Para aumentar ainda mais a tensão nos dois países, na noite de domingo, 19, em uma entrevista veiculada pelo canal de televisão Fox News, gravada na semana passada, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que os dois países “tinham um acordo bastante forte, tínhamos um bom acordo, e eles o mudaram. E eu disse ‘está bem, vamos tarifar os produtos deles’”.

Em Pequim o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lu Kang, disse não saber do que Trump estava falando. “Não sabemos que acordo é esse que os EUA estão falando. Talvez os EUA tinham um acordo para o qual havia expectativas extravagantes, mas com certeza não é o chamado acordo com o qual a China concordou”, disse ele.

As duas maiores economias do mundo travam uma disputa comercial que levou nas últimas semanas à adoção de tarifas sobre mercadorias, ampliando temores sobre riscos ao crescimento global.

(Com Reuters e AFP)

Fonte: VEJA

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