Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Sandro Pinheiro

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Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. William Alves

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Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Raphael Batista

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Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

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Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

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Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

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Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

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Pr. Luciano Alves

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Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Márcio Silva

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Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Fábio Henrique

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Pr. Danyel Pagliarin

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Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Regino Barros

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Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

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Pr. Carlos Pinheiro

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Risco de rompimento de barragem em Barão de Cocais causa tensão na região

O risco iminente de rompimento da barragem da Mina de Gongo Soco, em Barão de CocaisMinas Gerais, tem deixado cada vez mais tensos os moradores da região. Segundo o Ministério Público do Estado de Minas Gerais, a estrutura pode se romper entre este domingo, 19, e 25 de maio. Diante da situação, os procuradores fizeram recomendações para que a mineradora Vale adotasse imediatamente uma série de medidas para deixar claro à população da região os riscos do possível rompimento.

A coordenadora nacional do Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM) Maria Júlia Andrade, afirmou que a forma como as informações estão sendo repassadas pela Vale é inadequada, o que tem gerado “pânico e terror” na população local. Ela diz que há uma preocupação muito grande, nos últimos dias, após ter vindo à tona a informação de que existe um talude da cava da mina prestes a desmoronar.

“Este problema já existia, mas ele só veio à tona agora. E o maior problema é que esta cava está localizada muito perto, cerca de 300 metros, da barragem que já estava em risco máximo há mais de três meses”, disse a coordenadora. “As pessoas não sabem se o risco é real, não sabem se a barragem vai romper ou não. Só sabem que existe um pânico e um medo de uma bomba relógio em cima de suas cabeças”.

De acordo com a nota do Ministério Público, a Vale deve comunicar “por meio de carros de som, jornais e rádios, informações claras, completas e verídicas” sobre a condição estrutural da barragem, além de fornecer “total apoio logístico, psicológico, médico, bem como insumos, alimentação, medicação, transporte e tudo que for necessário” às pessoas eventualmente atingidas.

A mineradora Vale iniciou na última quinta-feira, 16, a construção de uma contenção de concreto, que vai funcionar como uma barreira física caso haja rompimento da barragem. Em nota, a Vale informou que iniciou a terraplenagem para a construção da barreira, a 6 quilômetros da barragem.

“Além dessa estrutura que, após concluída, fará a retenção de grande parte do volume de rejeitos da barragem Sul Superior em caso de rompimento, a Vale está realizando intervenções de terraplenagem, contenções com telas metálicas e posicionamento de blocos de granito. Essa obra atuará como barreira física no sentido de reduzir a velocidade de avanço de uma possível mancha, contendo o espalhamento do material a uma área mais restrita”, diz a mineradora.

O padre José Antonio de Oliveira, de 67 anos, do Santuário de São João Batista em Barão de Cocais, afirmou que “o que vivemos é um terrorismo psicológico”. O religioso está há três anos na cidade e é o refúgio de moradores aflitos com a possibilidade de ruptura da barragem da Vale no município, a partir deste domingo. Ao mesmo tempo, figura entre os prováveis desalojados pela lama, caso a represa se rompa. “A igreja, não, mas a casa paroquial está na área que pode ser atingida”, conta.

O religioso diz ser grande o número de relatos de doenças relatadas pelos fiéis. “Atendo muita gente com depressão e com outras doenças que agora se agravaram.” O clima na cidade, segundo o padre, é de insegurança e apreensão. “O simulado, o meio-fio pintado. Tudo isso é um terrorismo psicológico. Cria um ambiente pesado”, diz. A tinta no meio-fio serve para marcar o alcance da lama.

(Com Agência Brasil e Estadão Conteúdo)

Fonte: VEJA

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