Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Bancos brasileiros têm a maior rentabilidade em sete anos

rentabilidade dos bancos em 2018 foi a mais alta em sete anos, voltando a níveis pré-crise, segundo o Banco Central (BC). O retorno sobre o patrimônio líquido do sistema bancário, que mostra o percentual de lucro com relação ao total investido pelos acionistas dos bancos, alcançou 14,8% em dezembro, no melhor fechamento anual desde 2011, quando foi de 16,5%, de acordo com o Banco Central.

Segundo o diretor de fiscalização do BC, Paulo Souza, com esse resultado, as instituições brasileiras ficam na média da rentabilidade mundial.

A melhoria foi influenciada pelo forte recuo nas despesas de provisão, que trata-se de uma receita que fica reservada para um gasto já previsto, segundo Souza. Em 2016, essa linha somou 120 bilhões de reais, montante que caiu para 85 bilhões de reais em 2017 e para cerca de 65 bilhões de reais no ano passado. Esse instrumento é utilizado pelos bancos como precaução para atrasos ou calote nos pagamentos. 

Segundo ele, a despesa de provisão deve agora se manter nessa faixa, a não ser que medidas estruturais, de melhoria no ambiente de garantias, levem a uma redução na inadimplência.

O presidente do BC, Roberto Campos Neto, já chegou a afirmar que, embora o lucro dos bancos seja crescente, a rentabilidade no Brasil já foi bem maior, na casa de 19% a 20% ao ano, quando a Selic também era mais alta. Hoje, a taxa básica de juros está na sua mínima histórica de 6,5%.

(Com Reuters)

Fonte: VEJA

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