Pr. Wadson Medeiros

Pr. Wadson Medeiros

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Márcio Candido

Pr. Márcio Candido

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Ademir Pereira

Pr. Ademir Pereira

Sede Estadual - RN [email protected]  

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Weslley Santos

Pr. Weslley Santos

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. David Scarinci

Pr. David Scarinci

Sede Estadual – PA   [email protected]

Pr. Alexandre Teodoro

Pr. Alexandre Teodoro

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Marcelo Torres

Pr. Marcelo Torres

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Nacional – SP   [email protected]  

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – CE   [email protected]  

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PB [email protected]

Luta para manter a saúde mental acontece agora

É preciso estar muito atento com a saúde mental, pois os casos de doenças podem eclodir nos próximos meses.

A pandemia da covid-19 acentuou casos ligados à nossa saúde mental, como depressão e ansiedade, pelo cenário que vivemos há um ano meio. E, não dá para negar as evidências, a transformação rápida do modo de vida, somada ao pânico da contaminação pelo vírus e das mortes provocadas pela doença, vem trazendo consequências.

Para a psicóloga do Instituto de psiquiatria da USP, Valeska Bassan deve haver uma maior incidência de doenças mentais nos próximos meses. “Embora sejamos muitos resilientes, a luta para manter a saúde mental acontece agora em 2021. É claro que a pandemia trouxe a tona muito pânico, insegurança, medo, luto, mas grande parte da população conseguiu se adaptar a esse novo ‘normal’, embora tenha sido uma dor além do inimaginável”, explica.

No entanto, Valeska levanta uma questão bastante importante. O nosso cérebro processa as informações de modo lento, ele vai entendendo os cenários e se adaptando aos poucos, e nosso corpo trabalha em sintonia com isso, de forma positiva ou não. O fato é que o fardo emocional existe, e em 2021 manter a saúde mental será essencial.

“Esses últimos meses temos vivido uma guerra. E eu faço essa analogia, a poeira ainda não baixou, não conseguimos ainda chegar a nosso ponto de equilíbrio e ver realmente como estão as coisas. A vacina está chegando, grande parte da população será vacinada até o final do ano no Brasil, o que é incrível, uma benção, mas é aí que os problemas podem começar”, diz.

Para a especialista, vamos querer “tirar o atraso” de tudo que eu ‘não vivi’, comemorando todas as datas que passaram em branco, os aniversários dos amigos, os happy hours, as baladas e os churrascos de domingo. “Iremos de uma ponta a outra das emoções, sairemos do momento ermitão, deprimidos, solitários, para o outro ponto, euforia, desespero em viver tudo, muita comida, bebida, choros de alegria. Isso para a saúde mental é extremamente estressante, é como se o corpo tivesse que ficar se adaptando a muitas situações diversas em um período curto de tempo. Ele pode pifar”.

Assim como a chegada da pandemia aumentou os casos de depressão e ansiedade, a adequação a esse novo momento também deve gerar novamente uma montanha-russa de emoções. “É muito importante aproveitar esse momento de ‘libertação’, mas ter em mente que estamos voltando a nos adequar, aos poucos, e claro, ficar muito atentos à saúde mental. E qualquer sintoma diferente do habitual, procurar um especialista o quanto antes”, alerta Valeska.

Fonte: lifestyle.r7


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