Qui, 19 de Janeiro de 2012 14:13 | Escrito por Danilo | | |
Agora é só bênção
Quando o marido de Cláudia Santos da Silva começou a acompanhar a programação da Radio Vida, o casal passava por um momento de grande descontentamento.
Queriam muito um filho, porém, Cláudia, com a saúde muito frágil, não conseguia engravidar. As finanças estavam em frangalhos. Tinham dificuldades até para manter um teto sobre si. “Eu não tinha saúde, nem emprego, nem um lar”, relembra Cláudia durante o seu depoimento, na Sede Nacional da Paz e Vida.
Por meio da rádio, decidiram ir à igreja. Quando lá chegaram, receberam a Palavra de Deus, se entregaram ao Senhor Jesus e batizaram-se nas águas. Desde então, tudo é diferente. “Agora é só bênção”, garante Cláudia. Ela realizou o sonho de ser mãe, está saudável, empregada e, até, voltou aos estudos. Está matriculada na universidade. “A transformação da minha vida, eu devo a Jesus Cristo!” testemunha ela, muito feliz.
Qui, 29 de Setembro de 2011 14:39 | Escrito por Danilo | | |
Por uma semana, Nilma Paula Andrade Maciel conviveu com dores nas costas e na cabeça, até que compareceu a Paz e Vida e entrou em contato com a verdade da Palavra de Deus sobre o sacrifico do Senhor Jesus Cristo. Durante a ministração do pastor, antes mesmo de receber oração, um calor percorreu seu corpo e o milagre aconteceu. “As dores sumiram”, declarou.
Qui, 29 de Setembro de 2011 14:31 | Escrito por Danilo | | |
Jesus levou as dores embora
Era um dia difícil para Rita de Cássia Rodrigues da Cruz. Desde que acordara, dores na cabeça e por todo o corpo a incomodavam. Compareceu a Paz e Vida e, durante ministração do pastor sobre o sacrifico do Senhor Jesus Cristo, antes mesmo de receber oração, o sofrimento acabou. “Jesus levou as dores embora”, testemunhou Rita.
Qua, 24 de Agosto de 2011 17:33 | Escrito por Danilo | | |
A médica disse: "Não tem mais nada"
Maria José Gomes dos Santos afastara-se do Evangelho, não sentia o menor ânimo para voltar a servir a Deus e o diagnóstico recente de um câncer num dos seios levava-a a uma tristeza profunda. “Estava entrando em depressão”, contou Maria ao pastor Ubyratan Araújo e às pessoas presentes na Sede Nacional da Paz e Vida enquanto testemunhava.
Nesse momento de crise, algo a surpreendeu. A filha, que sempre fora dada a baladas e bebedeiras, passou a ouvir a programação da rádio Vida 96.5 FM e a demonstrar mudanças positivas em seu comportamento. Compadecida da mãe, convidou-a a comparecer a um dos Encontros de Paz e Vida. “Eu disse para ela:‘Se você, que sempre gostou de farra, está me chamando para ir, como recusar?’”, lembra Maria.
Na igreja, foi encorajada a iniciar uma Campanha de sete semanas de Oração. Na sexta semana, um novo exame mostrou que o tumor havia, simplesmente, desaparecido. “A médica olhou o exame e disse: ‘Não é possível! Não tem mais nada!”, relata Maria.
Antes que as sete semanas da Campanha terminassem, ela foi curada, restaurada e voltou para a Casa do Pai. “Agora, está tudo bem!”, comemora Maria.
Seg, 22 de Agosto de 2011 14:52 | Escrito por Danilo | | |
Não tinha dois reais para tomar um café
Quem olhasse para o senhor bem vestido, que dava testemunho ao pastor Neilton Rocha, em cima do altar da Sede Estadual da Paz e Vida, no Rio de Janeiro, não imaginaria que o, agora, bem sucedido empresário há bem pouco tempo dormia sobre papelões e morava de favor num ferro velho de Niterói.
A vida de Amarildo Nascimento dos Santos tornara-se um carro sem freio na ladeira desde que flagrara sua mulher em infidelidade. A depressão o devorou. Qualquer rastro de auto-estima o deixou. Entregou-se ao álcool e às drogas. Perdeu a capacidade de arcar com responsabilidades e foi demitido do emprego que lhe pagava muito bem. “Estava totalmente derrotado”, lembra ele.
Sem rumo, passou a vagar pelas ruas. Não retornava mais para casa. Passava as noites dentro de um carro velho, até que este foi roubado. Para conseguir o mínimo de sustento, começou a juntar papelão para vender a um ferro velho, cujo dono, compadecido, ofereceu-lhe um canto do local para que pudesse dormir. “Cheguei a comer comida do lixo”, contou.
No fundo do posso, e sem esperanças, enquanto mendigava, o dono de uma banca de jornais o aconselhou a procurar por uma igreja. Amarildo acatou o conselho. Há exatos três meses, entrou pelas portas da Sede Estadual da Paz e Vida cheirando mal por causa dos muitos dias sem banho. Hoje, o ex-morador de rua é empresário e mora numa casa com sauna e piscina. “Não tinha dois reais para tomar um café, hoje tenho abastança”, celebra Amarildo.