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Pr. Gilvan Gomes

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Pr. Regino Barros

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Pr. Carlos Pinheiro

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Tende Fé...

Certa senhora leu e releu esta declaração de Jesus e já quis sair praticando. Nada mais correto. Lembrou-se que havia bem no meio do seu quintal um morrinho de formigueiro que muito a incomodava. Achou que seria uma ótima ideia fazer que aquele montinho fosse transportado, pela fé, para junto da cerca. Foi até o morrinho e espiou dos lados para ver se não tinha nenhuma vizinha olhando. Quando se certificou de que estava sozinha, ajoelhou-se, ergueu os braços como se fosse Moisés diante do Mar Vermelho e clamou:

– Morrinho, eu te ordeno: sai daí agora e vai para junto da cerca!

Abriu os olhos vagarosamente e viu que o morrinho continuava no mesmo lugar. Nem um grão de terra havia se movido.

Levantou-se, bateu as mãos nos joelhos – como quem espana o pó – e disse com desdém:

– Eu já sabia que não ia acontecer nada!

Esta era a sua verdadeira fé e – não é irônico? – a sua fé funcionou: nada aconteceu!

Fomos treinados a vida toda para só aceitarmos a lógica infalível, que explica, feito uma tabuada decorada, que 2 e 2 é igual a 4, e outro resultado está errado ou é impossível. Mas 2 e 2 também pode ser 22. Como Jesus poderia, com a nossa tabuada, alimentar cinco mil homens, além de mulheres e crianças, com cinco pães e dois peixinhos? Se ele pensasse e calculasse como a gente, teria dito: “Xiii, não vai dar”.

Os conceitos lógicos estão de tal maneira arraigados na nossa mente que não conseguimos pensar de maneira diferente. Rejeitamos tudo que foge da lógica. E quanto mais preparo intelectual e formal a pessoa tem, tanto mais dificuldade terá para acreditar no oposto ou no ilógico.

Isto explica por que médicos e cientistas, que têm o privilégio de conhecer detalhes espetaculares da criação, inacessíveis aos seres humanos comuns, ao invés de consolidarem a convicção íntima de que “Alguém” calculou e criou tudo isso, por ser maravilhoso demais, acabam, na sua grande maioria, tornando-se mais descrentes e céticos que o mais primitivo dos homens.

Médicos e cientistas têm dificuldades para aceitar as explicações dadas por pessoas que foram curadas pelo poder da fé, por exemplo, porque o que Deus fez por elas não pode ser analisado em uma lâmina de microscópio nem pode ser explicado pela lógica. Só pela fé!

A verdade é que Deus, embora utilize a lógica da física, química, biologia, matemática, para manter o Universo funcionando com incrível precisão, quando quer realizar o impossível, coloca-se acima das Leis da Natureza que Ele mesmo criou.

Exemplo disto está no primeiro capítulo de Gênesis. No princípio da criação, Deus mandou a Luz surgir e fez isso pela fé. “Disse Deus: Haja luz. E houve luz” (Gn 1:3). Se Deus agisse pela lógica, teria dito: “Antes de criar a Luz, primeiro preciso criar o Sol”. Mas Ele não fez isso. O Sol somente foi criado no quarto dia. Então vem o cientista com a sua lógica aprendida na faculdade e diz: “Epa! Mas o Sol é bem mais antigo do que a Terra”. E duvida de tudo mais. E não compreende que a Verdadeira Luz existe desde antes da fundação do Mundo. Este é o nosso grande problema: aprendemos que primeiro precisamos da lâmpada e da eletricidade para ver a luz... Mas Deus não precisa nem do Sol.

Já que fomos criados à Sua imagem e semelhança, é bom nos acostumarmos a pensar como Deus pensa e não como os homens pensam. Para ter um bom relacionamento com as regras infalíveis e (i)lógicas que Ele criou, e começar a colocá-las em prática com resultados, você precisa se desprender de tudo o que aprendeu até hoje e passar para um mundo maravilhoso, onde tudo é possível. Não estou dizendo para você brincar de faz-de-conta. Nem viver em um mundo de fantasias e ilusões. Mas viver, a partir de hoje, em um mundo onde Jesus afirmou: “Tudo é possível ao que crê” (Marcos 9:23b).

Mas, se tudo é possível a quem tem fé, por que não é todo mundo que recebe? Porque todo mundo tem uma ideia do que seja fé, mas esta noção nem sempre é acertada e varia de religião para religião e, ainda, de país para país. Por isso, não basta termos uma ideia do que seja fé. Precisamos descobrir o que é fé segundo Deus.

A fé ensinada pelos humanos e passada popularmente há gerações vai levar você a pular sete ondinhas para ter um ano novo melhor ou dar três pulinhos para encontrar um objeto perdido. E até colocar um santinho de ponta-cabeça para arrumar um marido... Na Inglaterra, mulheres acreditam que ir à manicure na segunda-feira traz saúde; na terça traz riqueza. Cortar as unhas na quarta traz boas notícias; na quinta traz presentes; na sexta dá azar; no sábado traz um novo amor e fazer as unhas no domingo protege dos perigos. As pessoas fazem estas e muitas outras coisas semelhantes por acreditarem. Mas isto não é fé: é crendice, é superstição.

A verdadeira fé é aquela ensinada por Deus e que está bem resumida nesta palavra: “Fé é a certeza das coisas que se esperam e a convicção de fatos que não se veem” (Hebreus 11:1). Vale a pena meditar nesta frase. Ela traz a linguagem de Deus: Fé é esperar com convicção aquilo que ainda não estamos vendo mas que, temos a certeza, já recebemos. A materialização diante dos nossos olhos é só uma questão de tempo.

Como aqueles dois cegos que não viam Jesus, mas esperaram com convicção aquilo que não viam. Acompanhe:

“Partindo Jesus dali, seguiram-no dois cegos, que clamavam, dizendo:

– Tem compaixão de nós, Filho de Davi.

E, tendo Ele entrado em casa, os cegos se aproximaram dEle. Jesus perguntou-lhes:

– Credes que eu posso fazer isto?” (Mateus 9:27,28a).

A pergunta é muito profunda: todos nós acreditamos que Deus tem poder para fazer qualquer coisa que quiser. Mas a questão é se a gente crê que Ele pode fazer isto no nosso caso particular.

“Responderam-lhe eles:

– Sim, Senhor.

Então lhes tocou os olhos, dizendo:

– Seja-vos feito segundo a vossa fé.

E os olhos se lhes abriram” (Mateus 9:27-29).

É por meio da Fé e da Palavra com Entendimento que interagimos com Deus e superamos nossos limites. E o que é mais impressionante: foram os próprios cegos que, pela Fé no Filho de Davi – o título messiânico de Jesus – fizeram o milagre! A cura já estava lá. Faltava apenas ser recebida. É como se quatro olhos perfeitos estivessem no estoque do Céu esperando apenas o recibo da verdadeira fé para serem entregues.

Assim também é com relação a tudo aquilo de que precisamos. Há um estoque completo no Céu. Mas alguém dirá: “Então, por que Ele não me dá?” Porque talvez esteja faltando só o seu recibo da verdadeira fé. A pergunta do Senhor é: “Você crê que Eu posso fazer isto no seu caso particular? Então, seja feito segundo a sua fé”.

Fé é também esperar com a certeza de que já recebemos. E aí está mais um problema: não sabemos esperar. Oramos e logo abrimos os olhos querendo ver a coisa surgida como que por mágica. Como não vemos nada, achamos que a nossa oração não foi ouvida. Perdemos a fé e a resposta que já estava a caminho. Só acreditamos que recebemos se houver “efeitos especiais”: queremos orar e ver relâmpagos, sentir terremotos, ouvir trovões. E, como não acontece nada disso, achamos que as nossas orações não foram atendidas.

Viver pela fé é justamente não ver e acreditar, como fizeram aqueles dois cegos. E esperar com a certeza e a convicção de que já recebemos. É mais ou menos como uma mulher que fica grávida. Apesar de seu feto ser de um tamanho invisível a olho nu, não quer dizer que ela não esteja esperando um bebê. É só esperar, que todos irão ver...

A partir do momento em que você pede algo com fé, através da liberação da Palavra, e passa a esperar com a certeza dos fatos que já existem, aquilo que você pediu é gerado pela força da sua convicção. Começa a existir no mundo espiritual. A materialização é consequência. Para ver é preciso esperar. O salmista deu o seu depoimento: “Esperei com paciência no SENHOR, e Ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor” (Salmos 40:1). Esperou porque tinha fé. E porque tinha fé, esperou com a certeza de receber.

Sabe, durante muitos anos fiquei sem entender por que Ele me disse naquela madrugada: EM SESSENTA DIAS TE LIBERTAREI. Ficava me perguntando: “Se Ele tem poder para fazer qualquer coisa, por que não me libertou na hora? Por que falou ‘EM SESSENTA DIAS’?”. Hoje eu sei: porque eu tinha de aprender a esperar nEle. A cada dia eu ficava na expectativa de uma coisa nova que, certamente, Ele iria fazer. E, nesta espera, fui aprendendo a ter fé e a ter certeza de esperar mais e mais. E assim, superei todas as coisas que me infelicitavam.

Para interagir com Ele é preciso se aproximar com fé e esperar a recompensa. Na carta aos Hebreus está escrito: “Ora, sem fé é impossível agradar a Deus, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e que é galardoador dos que o buscam” (Hebreus 11:6).

Vemos isso na prática em várias passagens da vida de Jesus. Sempre que alguém se aproximava, esperando receber o impossível, Ele perguntava: “Credes que eu posso fazer isto?” E diante da resposta positiva, Ele sempre dizia: “Seja-vos feito segundo a vossa fé”. E ai a pessoa superava o problema, a doença, o sofrimento.

Ou então, quando a pessoa interagia com bastante fé, nem precisava esperar muito. Ele respondia na hora: “Grande é a tua fé! Seja-te feito como queres” (Mateus 15:28). Se a pessoa não interagia com fé, Jesus não se animava a atendê-la, ainda que pudesse.

Como naquela vez em que, depois de dois anos de andanças por todo o Israel, com a sua fama já consolidada, Jesus volta a Nazaré – cidade de sua infância e onde ficara até completar trinta anos – e é recebido com muito ceticismo pelos seus conterrâneos. Enquanto as pessoas de todo o Israel eram curadas e abençoadas porque O consideravam o “Filho de Davi”, os nazarenos o tinham apenas como “o filho do carpinteiro”. Eles conheciam o seu “pai”, sua mãe, seus quatro irmãos e irmãs e diziam: “Não é este o filho do carpinteiro? E não se chama a sua mãe Maria, e seus irmãos, Tiago, José, Simão e Judas? E não estão entre nós todas as suas irmãs?” Mateus 13:55-56a). E o narrador escreveu que “ali Ele não fez muitos milagres, por causa da incredulidade deles” (Mateus 13:58).

Esta passagem é muito ilustrativa e mostra que o raciocínio lógico impede a verdadeira fé de agir. Com lógica humana é totalmente impossível agradar a Deus. Os nazarenos não quiseram interagir com Ele por conhecerem apenas o Jesus nazareno e não o Jesus Todo-Poderoso.

Ter fé é estar disposto a interagir com Ele, ainda que todas as circunstâncias sejam contrárias ou desfavoráveis. Quando as pessoas disseram para Jairo que não importunasse mais o Mestre porque era tarde – a sua filha tinha acabado de falecer –, Jesus disse: “Não temas, crê somente!” (Lucas 8:50b). Fé pura, sem lógica, medo ou dúvida, que tudo realiza. Jairo creu, interagiu com Ele e Jesus ressuscitou a sua filha de doze anos.

Acredite: não há causas perdidas. Enquanto você crer e confiar, a sua fé vai interagir com Ele e fará você superar todos os problemas. Só haverá fracasso quando você não confiar mais. Sua causa só estará perdida quando você a considerar perdida. E do jeito que você crer, assim será feito.

Certo homem pedia socorro a Jesus e dizia:

– “Senhor, se Tu podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos!

E Jesus lhe respondeu:

– Se podes! Tudo é possível ao que crê!” (Marcos 9:23).

Traduzindo melhor, Jesus disse: “Se eu posso, ora essa! O problema não é se eu posso, mas se você crê que eu posso! Se você crer, tudo é possível ao que crê”. Para tornar isso acessível a qualquer pessoa, Ele não exige uma grande fé.

Jesus disse: “Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: passa daqui para acolá e ele há de passar. E nada vos será impossível” (Mateus 17.20b).

Para você ter uma ideia do quanto Ele facilitou a nossa vida, sabia que o grão de mostarda é do tamanho da cabeça de um alfinete? É admirável que mesmo uma fé tão pequena possa fazer coisas tão grandes!

“A fé enxerga o que não se vê, espera o que não existe e realiza o impossível”.

Por Juanribe Pagliarin

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