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Qual destas três Mensagens abaixo você gostaria de ouvir na próxima segunda-feira, 06/09/2010?
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1.
A REVELAÇÃO DE DEUS
Comunidade
Cristã PAZ E VIDA crê, adota totalmente e prega os ensinamentos
bíblicos resumidos na seguinte Confissão de Fé:
Cremos
que o ser humano pode reconhecer a presença de Deus na Terra,
através da:
a)
NATUREZA: (Sl 19:1-2; Is 40 ; Rm 1:19-20).
b) SUA CONSCIÊNCIA: (Rm 2:14-15).
Estas
duas maneiras falam do poder, grandeza e sabedoria de Deus, mas não
revelam o interesse que Ele tem em regenerar o homem pecador e Seu
desejo de salvá-lo.
c)
PROFETAS: (I Sm 3; Is 6; Os 1; Am 7:14-17). Através dos diversos
Profetas levantados, Deus revelou seu caráter, moral e justiça,
mas faltava-lhes revelar sua bondade, amor e misericórdia.
Assim, para isto, YHVH (Ex 3:14-15) usou a forma de revelação
mais clara possível, para que todos os homens de todas as raças,
loucos e sãos, sábios e tolos, ricos e pobres, grandes
e pequenos, pudessem conhecê-lo na sua forma pessoal.
d)
JESUS CRISTO: através de Jesus, Deus se revelou plenamente
a todos os homens, de sorte que todos os povos podem compreender sua
principal missão: salvar. Cremos que Cristo é aquele
de quem os antigos profetizaram (Mt 5:17; Lc 24:44) e que é
o Filho de Deus (Mt 11:25-27) com a mesma autoridade do Pai (Mc 2:1-12;
13:31; 14:62), tendo os seus milagres e maravilhas (Lc 12:54-56; Jo
3:2; 14:11) testificado isto. Os milagres de Jesus não foram
feitos na base da mágica, ilusionismo, hipnotismo, sugestão
ou predestinação. Ele os realizou porque realmente tinha
poder para tanto, estando acima das leis da física e da natureza,
que Ele próprio criou (Jo 1:3).
Os
milagres de Jesus foram feitos diante de milhares de testemunhos e
as pessoas puderam provar e participar de suas maravilhas. Por isso,
Jesus pôde, sem qualquer dificuldade, transformar água
em vinho (Jo 2:9), curar o filho do oficial a distância (Jo
4:46), curar a febre da sogra de Pedro (Mt 8:14), limpar os leprosos
(Mc 1:41), fazer andar o paralítico (Lc 5:18), tornar perfeita
a mão ressequida de um homem (Mt 12:10), acalmar uma grande
tempestade (Mt 8:26), estancar o fluxo de sangue de uma mulher (Lc
8:43), andar sobre as águas (Mc 6:49), fazer falar e ouvir
um homem que era surdo-mudo (Mc 7:33), curar uma criança lunática
(Lc 9:37), curar dez leprosos de uma vez (Lc 17:12), curar um hidrópico
(Lc 14:2), reimplantar a orelha cortada Malco (Lc 22:51), fazer duas
pescas maravilhosas em lugar que sabidamente não tinha peixe
(Lc 5:6; Jo 21:6), libertar da possessão de espíritos
imundos o demoníaco da sinagoga (Mc 1:26), do endemoninhado
que era cego e mudo (Mt 12:22), do endemoninhado de Gadara que habitava
em sepulcros (Lc 8:26), alimentar quatro mil pessoas com sete pães
e alguns peixinhos (Mt 15:32) e, em outra ocasião, alimentar
cinco mil pessoas com apenas cinco pães e dois peixinhos (Mt
14:15), ressuscitar os cadáveres do filho único da viúva
(Lc 7:11), da filha de Jairo (Mt 9:18) e o de Lázaro (que já
estava em adiantado estado de putrefação e todas as
testemunhas puderam sentir o seu mau cheiro) (Jo 11), além
de muitas outras coisas que Jesus fez que se encontram relatadas nos
quatro livros de Mateus, Marcos, Lucas e João e as que não
estão relatadas por falta de espaço (Jo 21:25).
Seus
milagres foram tão reais e sobrenaturais que os líderes
religiosos de então se reuniram e traçaram um plano
diabólico para tirar a vida de Jesus, pois diziam: “que
estamos fazendo, uma vez que este homem opera muitos sinais? Se o
deixarmos assim, todos crerão nele. Desde aquele dia, resolveram
matá-lo”. (Jo 11:53). Cremos que toda a sua vida foi
uma personificação do amor de Deus (Mc 2:17; 10:21,45;
Lc 19:1-10; Jo 3:16) e que a sua morte coroou sua vida em favor dos
homens (Mc 14:22-24). Cremos que a sua ressurreição
e ascensão (Mt 28; Lc 24:1-12; Jo 20:1-10; At 2:6-11) são
as provas irrefutáveis de que Ele vive e nós viveremos.
Cremos
que Cristo é a própria palavra de Deus (Jo 1:1-17; Hb
1:1-2; I Jo1:1) e que ninguém pode conhecer o Pai se não
for por Ele (Jo 1:18; Mt 11:27) sendo Ele, portanto, o único
caminho para a salvação (Jo 14:6) e que “crer”
é o verbo salvador.
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2.
AS ESCRITURAS SAGRADAS
Cremos
na inspiração Divina do Antigo e Novo Testamento e que
a Bíblia é um livro divino-humano, assim como Cristo
é divino e perfeitamente humano (I Tm 2:5). Humano, porque
foi escrito por homens e, às vezes, manifesta pensamentos e
sentimentos humanos, em desacordo com os de Deus (Ex: os discursos
dos amigos de Jó) e tem fatos históricos e políticos
que pertencem aos homens. Divino, porque é obra de homens inspirados
por Deus, (II Tm 3:16), sendo que os pensamentos de seus escritores
eram guiados para trazer-nos palavras revestidas de sentido mais profundo,
que eles próprios desconheciam (I Pe 1:10-12; Dn 8:15; 12:8-12)
e, por isso, os seus escritores são chamados de “homens
impelidos pelo Espírito Santo” (II Pe 1:20-21; Ap 19:9;
22:6; II Sm 23:2). Cremos que a aceitação da Bíblia
como Palavra de Deus é uma questão de fé e não
de ciência sem, contudo, ser irracional e ilógica. Cremos
na Bíblia porque o próprio Cristo testificou de sua
verdade e origem (Mt 4:4; 5:17-18; 21:13; 22:29-32; 23:35; 25:31;
Mc 12:10; 14:49; Lc 4:16-21; 10:26; 17:26; 18:31; 22:37; 24:25-27;
Jo 10:34-36), sendo que a própria Bíblia fala sobre
a sua natureza (Is 38:5; 43:1) testificando também o nosso
coração, porque, ao ler a Bíblia, sentimos Deus
nos falando.
Cremos que a Bíblia deve ser encarada em seu contexto e não
em versículos isolados, assim como existem muitas passagens
poéticas ou em parábolas que não devem ser tomadas
ao pé da letra e sim no verdadeiro sentido espiritual.
Enfim,
cremos que a Bíblia merece absoluta confiança como revelação
de Deus, sendo que as dúvidas e interrogações
devem-se, principalmente, à incapacidade humana de interpretá-la.
Para entendê-la perfeitamente, devemos depender da graça
e sabedoria do mesmo Espírito Santo que inspirou os seus escritores
(Jo 16:13; I Co 2:10-14; I Jo 2:27).
Cremos,
inclusive, que nenhuma Igreja ou autoridade no mundo pode acrescentar
qualquer texto às Sagradas Escrituras, porque ela é
por si só, auto-suficiente e fiel (Mt 5:18-19).
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3.
NATUREZA DE DEUS
Cremos
que, por sermos humanos, só podemos falar ou pensar em Deus
de uma maneira muito limitada e que só poderemos vê-lo
quando os nossos corpos estiverem transformados. Fomos criados à
imagem e semelhança de Deus (Gn 1:26; 6:6-7; Dt 29:20; II Cr
16:9; Jr 15:6) e também semelhante a Ele, nós, os salvos,
seremos transformados (I Co 15:50-54; I Jo 3:2; Fp 3:20-21).
Baseado
nas Sagradas Escrituras e no testemunho do próprio Cristo cremos
que:
a)
DEUS É AMOR: amor verdadeiro, não fingido, espontâneo,
altruísta, que alcança todos os homens, até os
mais miseráveis e detestáveis (I Jo 4:8-16). E que a
maior prova deste infinito amor é o oferecimento de seu de
seu único e amado filho, Jesus Cristo, em favor de todos os
pecadores (Jo 3:16).
b)
DEUS É ESPÍRITO: a existência divina e diferente
da nossa, material e corporal (Is 31:3) e, por Ele ser Espírito
(Jo 4:24; II Co 3:17) cremos que é completamente anti-bíblica
e herege qualquer tentativa de representá-lo através
de objetos, quadros, imagens, símbolos ou ídolos (Ex
20:4-6).
c)
DEUS É LUZ: luz verdadeira, que nunca se apaga, que ilumina
o caminho de todos aqueles que estão em trevas (Is 60:19; Tg
1:17; I Jo 1:5).
d)
DEUS É INFINITO E ETERNO: tudo que Deus é, é
infinito e eterno: amor sem fim, poder sem fim, misericórdia
sem limite, santidade sem limite, atividade sem limite (Ex 15:11;
Jó 11:7-10; Sl 145:3; 147:5). Deus também não
está limitado ao passado, presente ou futuro, porque Ele é
o Alfa e o Omega (Ap 22:13; Jo 8:58; II Pe 3:8; Hb 13:8).
e)
DEUS É TRANSCENDENTE E ONIPRESENTE: criou Ele o céu
e a terra, suas criaturas, o universo, está em tudo e em todos,
sem nunca ter precisado de mãos humanas para servi-lo (At 17:24-25;
27-28).
f)
DEUS É IMUTÁVEL: ao contrário da instabilidade
emocional do homem, Deus não é volúvel nem em
seus pensamentos, nem em suas emoções (Dt 33:27; Sl
90:2; 102:26-27; Ml 3:6; I Tm 1:17).
g)
DEUS É ONISCIENTE: Ele tem perfeito conhecimento do que vai
dentro e fora do coração do homem, do que acontece dentro
e fora do mundo, do que ocorre dentro e fora do universo, do que se
passou e do que ainda acontecerá (I Rs 8:29; Sl 139:1-16; Is
46:10; Ez 11:5; At 15:18; Jo 21:17; Hb 4:13).
h)
DEUS É SANTO: o único Santo, distinto de todas as suas
criaturas (Ex 15:11; Is 57:15). É perfeito moralmente e isento
de qualquer impureza ou pecado. É na presença de Deus
que o homem tem consciência de seu estado pecador (Jó
34:10; Is 6:5; Hb 1:13).
i)
DEUS É JUSTIÇA: por isso deu ao homem uma lei justa,
recompensando a obediência e castigando a desobediência
(Sl 99:4; Is 33:22; Rm 1:32).
j)
DEUS É VERDADEIRO: nele não há hipocrisia, nem
encenação. Ele é o único e verdadeiro
Deus. (I Rs 18:24; 18:37-39).
k)
DEUS É FIEL: tudo o que ele promete, cumpre! Todas as suas
promessas contidas nas Sagradas Escrituras cumprem-se na vida de cada
salvo, quando esperadas com Fé. (Nm 23:19; I Co 1:9; Hb 10:23;
II Tm 2:13).
l)
DEUS É BONDADE, GRAÇA, MISERICÓRDIA, LONGANIMIDADE:
como conseqüência direta do seu amor, Deus trata todas
as suas criaturas com generosa bondade (Sl 36:6; Sl 104:21;Sl 145:8;
Mt 5:8-9; Mt 5:45; At 14:17). Sua disposição de perdoar
os pecadores é a manifestação de sua graça
(Ef 6:7; 2:7-9; Tt 2:11). Sua misericórdia é patente
ao aliviar a miséria daqueles que sofrem a conseqüência
do pecado (Lc 1:54,72,78; Rm 9:16, 18; 15:9; Ef 2:4). Sua longanimidade
consiste em tolerar e ter paciência com aqueles que são
rebeldes e não atendem os avisos de um Deus amoroso (Rm 2:4;
9:22; I Pe 3:20, II Pe 3:9,15).
m)
DEUS É ONIPOTENTE: Ele pode fazer de tudo para executar sua
soberana vontade. Contudo, com seu imenso poder Deus a si mesmo se
respeita e não mente, não engana, não se impõe,
não peca, não se nega (Nm 23:19; I Sm 15:29; Hb 6:18;
Tg 1:13-17). Deus pode, pela sua vontade, fazer tudo o que quiser
(Gn 18:14; Jr 32:27; Zc 8:6; Mt 3:9; Mt 26:53).
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4.
A UNIDADE E TRI-UNIDADE DIVINA
Cremos no ensinamento bíblico de que
“Há um só Deus” (I Tm 2:5) e que isto se
trata de uma verdade fundamental, tanto no Antigo como no Novo Testamento.
Cremos que Deus se revelou à nação de Israel,
que o chamava de JAVÉ ou YAVÉ – (JHVH OU YHVH
– Ex 3:14-15), tendo a pronúncia correta se perdido devido
ao temor que os judeus tinham de desobedecer (Ex 20:7). Cremos, conforme
testifica o Antigo Testamento que, YHVH é UM e que ALÉM
DELE NÃO EXISTE OUTRO DEUS, sendo falsos os pretensos deuses
dos pagãos (Dt 6:4; Jr 5:7). Esse ÚNICO DEUS, entretanto,
já no início do Antigo Testamento se refere a si mesmo
no plural (Gn 1:26 ; 11:7).
O
Anjo de YHVH, que assume forma visível, é mencionado
como sendo o próprio YHVH (Gn 16:7,13; 18:1-2).
Deus
também mandou o SEU PRÓPRIO ESPÍRITO aos profetas
(Is 48:16; 63:10), estando o mistério da TRI-UNIDADE DIVINA
patente a todos os homens, desde o princípio da Bíblia
Sagrada.
Cremos
que, em perfeita consonância com o Antigo, o Novo Testamento
confirma a existência de um único Deus, não havendo
outro semelhante a Ele.
Cremos
na revelação Cristã de que Deus é Pai,
Filho e Espírito Santo e que os três nomes estão
no mesmo plano de poder e glória, perfeitamente harmônicos
e interligados (Mt 28:19; II Co 13:13; Ef 2:18; 4:4-6; II Ts 2:13-14;
I Pe 1:2) pelos mais estreitos laços de amor e pensamentos,
conhecendo cada um a vontade dos outros dois (Jo 5:19-23,26,27,30;
17:21,23) trabalhando todos para a redenção humana.
Em alguns casos, têm as mesmas funções: o Pai
e o Filho são o Criador (Gn 1:2; Jo 1:1-3) O FILHO e o ESPÍRITO
são o Consolador (Jo 15:26; Mt 28:20; Jo 16:13-14).
Cremos
que não há graus de divindade entre os três, porque
são UNO, apesar das diferentes funções de cada
um. O Pai é supremo como a Fonte: dele procede o Filho (I Jo
4:9,14) e o Espírito (Jo 14:16,26) sendo este enviado pelo
Filho da parte do Pai (Jo 15:26; I Co 15:24-28).
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5.
OUTROS SERES ESPIRITUAIS PODEROSOS
Cremos na existência de seres espirituais superiores à
raça humana, que foram criados por Deus antes da criação
do homem, (Cl 1:16), o que afasta a crença atual de que são
espíritos de falecidos. O próprio Cristo freqüentemente
se referia a eles. O número destes seres é incontável
(Hb 12:22) sendo, todos eles, assexuados (Mt 22:30; Mc 12:25). Deus
os criou com bons propósitos e, tal como os homens, os espíritos
são donos de vontade e personalidades próprias.
Assim
como existem homens bons e maus, também existem espíritos
que preferiram ser bons e outros que preferiram ser maus. Aos bons,
a Bíblia se refere como “anjos”. Aos maus, como
“demônios”. Os bons não tem auréolas
e alguns não tem asas e os maus não têm chifres
e nem rabos. Em poder e conhecimento são inferiores a Deus
e superiores aos homens, o que quer dizer que não existem espíritos
que precisam da ajuda humana para obterem luz, como ensina o espiritismo.
Os anjos cultuam ao Filho (Hb 1:6) e não admitem que os homens
lhe prestem culto (Cl 2:8; Ap 22:8-9) ao contrário dos demônios
que se fazem adorar em centros, terreiros e outras seitas hereges.
Aos
anjos compete nos socorrer. Eles tiveram, inclusive, o privilégio
de assistir “o Filho do Homem” quando Ele estava aqui
na terra (Mt 4:11; 26:53; Mc 1:13; Lc 4:10; Hb 1:14). Conduzem os
homens ao bem estar do além-túmulo (Lc 16:22) e, durante
a vida, vão adiante dos homens para os guiar, proteger e libertar
(Gn 24:7; Ex 14:19; 23:20-23; II Cr 32:21-22; Dn 3:28; 6:22; At 5:19;
11:7-11). Os anjos comunicam aos homens, da parte de Deus, ordens,
promessas, avisos e repreensões (Gn 16:9-12; 19:22; Nm 22:11-18
; Jz 2:1-5; 6:11-24; II Sm 24:16-17; I Cr 21:15-30; I Rs 19:5-7; Mt
2:13; 28:2,5; At 8:20; 10:3-6 ; 11:13-14; 27:23-24).
Futuramente,
os anjos virão tocando a trombeta na volta de Jesus (Mt 16:27;
24:31; 25:31; Lc 9:26; II Ts 1:7) e reunir os escolhidos (Mc 13:27).
Quanto
aos anjos caídos ou demônios, são referidos em
II Pe 2:4; Jd 6 como estando reservados para o juízo. Pertencem
ao diabo (Mt 25:41) e para eles está preparado o lago de fogo.
Não
lhes é permitido separar os salvos do amor de Deus em Cristo
(Rm 8:38). Serão derrotados pelo arcanjo Miguel e seus anjos
(Ap 12:7-9) e os próprios crentes os julgarão (I Co
6:3).
Satanás,
o diabo é o líder dos anjos caídos (Ez 28:13-17).
O nome “satanás” vem do hebraico e significa “adversário”,
declarando sua total oposição aos salvos. Tem poder
de atuar sobre os incrédulos (Ef 2:2) colocando-os sob controle
(I Jo 5:19; Lc 4:6; Jo 12:31; 14:30). Os descrentes estão sujeitos
a ele (At 26:18), cegos por ele (II Co 4:4) e enganados por ele (II
Co 11:13-14). Ele é mentiroso e homicida por essência
(Jo 8:44) e tem poder da morte sobre os seus súditos (Hb 2:14).
O
salvo é liberto da sua escravidão (Cl 1:13), mas não
da sua tentação (At 5:3; I Co 7:5), sendo que o diabo
não se furtou de tentar próprio Cristo (Lc 4:1-13).
Ataca os crentes com dardos inflamados (Ef 6:16), enreda com estratagemas
sutis (I Tm 3:7; II Tm 2:26; Ap 20:3) e desmoraliza com maledicência
(I Tm 5:14-15). A palavra “diabo” (grego diabolos) significa
“acusador” e a sua intenção é devorar,
derrotar e peneirar os discípulos de Cristo (Jó 1:12;
I Pe 5:8; Lc 22:31). Satanás e seus anjos caídos sucumbiram
diante de Cristo (Lc 10:18; Jo 12:31) e logo esta vitória na
Cruz (Cl 2:15) será confirmada no esmagamento de satanás
(Rm 16:20), sendo primeiramente lançado no abismo (Ap 20:2-3)
e depois no lago de fogo (Ap 20:11; Mt 25:41).
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6.
O HOMEM: SEU ESTADO NA CRIAÇÃO E SEU ESTADO ATUAL
Cremos
que o homem foi criado por determinação e atuação
divina (Gn 1:26-27), e que a maneira simplista da Bíblia relatar
esta criação deve-se ao fato de que até hoje
não existe mente humana com entendimento suficiente para suportar
uma explicação física, química, matemática
e científica. Além do mais, o propósito de Deus
ao inspirar o relato da criação foi mostrar o Criador
e não dar lições de ciências exatas e humanas.
Cremos que todo homem foi criado à imagem e semelhança
de Deus, tendo recebido poder para dominar a natureza e influir nela,
sendo-lhe delegada liberdade, orientação e responsabilidade
(Gn 1:28-30; 2:15-17).
Cremos
que todo homem possui natureza moral refletida na sua consciência,
sabendo distinguir por si só entre o bem e o mal, entre o amor
e o ódio. Cremos que o homem, livre para escolher entre a obediência
a Deus e a desobediência, tentado pelo mal, tomou a decisão
errada e deu entrada do pecado em seu coração, perdendo
a sua pureza o original, com todas as terríveis conseqüências
desse novo estado.
Cremos
que pecado é a insubordinação, desobediência,
indisciplina à vontade de Deus, que está declarada tanto
na Bíblia como na consciência do homem (I Jo 3:4; Mt
5:21-32). Pecado é não atingir o padrão divino
(Lc 15:18,21; Rm 3:23), é ofensa a Deus (Ef 2), é deixar
de amar o semelhante (Mt 5:38-48; I Jo 3:15; 4:8; Rm 13:9), é
deixar de respeitar a personalidade e o direito alheio (Gn 4:5; II
Sm 11), é a auto-suficiência (Ml 4:1; Lc 1:51; Tg 4:6;
I Jo 2:16), é o orgulho egocêntrico de quem se julga
capaz de conduzir sua própria vida, repugnando a interferência
de Deus.
Cremos
que o pecado contamina todos os aspectos da vida do homem e que a
sua influência altera tudo o que ele pensa, diz e pratica. Cremos
que o pecado coloca o homem diante de Deus na mesma condição
que o criminoso está para a justiça do país (Rm
3:19; Tg 2:10).
Por
isso, cremos que o pecado faz separação entre o homem
e o seu Deus (Gn 3; Is 59:2; Lc 5:8; I Jo 2:28), e que como salário
do pecado é a morte, o homem pecador está morto espiritualmente
(Rm 5:12,21; 6:23) e que a exclusão definitiva e eterna do
pecador da presença de Deus é a segunda morte (Mt 25:41;
II Ts 1:9; Ap 20:11-15).
Cremos
que o pecado escraviza o homem através de uma força
maléfica que o imobiliza, tornando-o cada vez mais incapaz
de praticar o bem (Rm 7:18-20). Cremos que por seu mérito,
obras e esforço próprio, nenhum homem pode apagar os
seus pecados e recuperar a pureza perdida, que é indispensável
para a sua salvação. Cremos que Deus sempre se preocupou
com a redenção do homem, tendo já no Antigo Testamento
colocando o seguinte meio para o perdão do pecado: “É
o sangue que fará expiação em virtude da vida”
(Lv 17:11). Para isto, usava-se um cordeiro ‘sem mancha e sem
defeito’, simbolizando a inocência e pureza, que era sacrificado
em favor do pecador.
Tal
sacrifício, porém, era insuficiente, pois a cada novo
pecado cometido pelo homem, exigia-se o sacrifício de um novo
cordeiro.
Cremos
que o cordeiro tomava o lugar do pecador somente no derramamento de
sangue, mas não tomava o seu lugar como ser humano, estando,
aí, o seu sacrifício incompleto.
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7.
O SALVADOR: O SACRIFÍCIO PERFEITO E DEFINITIVO
Cremos que o próprio Deus se propôs a passar por todas
as nossas aflições e fraquezas, para provar que era
possível ao homem superar-se. Por isso, gerou-se em ventre
humano por obra e graça do Espírito Santo (Mt 1:18-25;
Lc 1:26-38), conforme estava profetizado em Is 7:14. Na vida de Cristo,
Deus mostrou tudo o que pretendia ao criar os homens. Cristo era humano
no sentido mais absoluto e perfeito. Teve mãe humana, cresceu
e desenvolveu-se humanamente. Esteve sujeito à toda as tentações
do homem e não pecou. Não apenas comeu e bebeu, como
também passou fome, sede e cansaço. Tinha todas as emoções
e necessidades humanas. Sua humanidade foi a mais elevada e a mais
santa que este mundo já viu ou possa ver (Mt 4:2; 8:24; 26:28;
Mc 3:5; 6:34; 10:14-21; Lc 2:40,52; 22:44; 24:39; Jo 4:6; 8:40; 11:33-36;
12:27; 19:28; I Tm 2:5).
A
Bíblia deixa bem claro que Cristo é o filho de Deus,
tendo, aqui na terra, permanecido preso ao corpo humano e suas conseqüências:
morreu e foi sepultado como homem (Mt 27:45,66; Mc 15:33-47; Lc 23:44-56;
Jo 19:28-42).
Cremos
que Jesus sempre teve plena consciência de que a sua missão
de libertar os homens da escravidão do pecado só teria
êxito se ele assumisse o lugar do cordeiro, inocente, oferecendo
o seu corpo “sem defeito, sem culpa, e sem mancha”, para
que o seu sangue fizesse expiação em favor dos pecadores
(Jo 3:14; 8:28; 12: 24; Mt 20:28; 26:24).
A
inocência de Jesus era tão comovente que até as
pessoas que não eram do seu rebanho, como o governador Pôncio
Pilatos, Judas que o traiu, o Centurião que o crucificou, o
ladrão que morreu ao seu lado, disseram, respectivamente: “estou
inocente do sangue deste justo” (Mt 27:24) – “Pequei,
traindo sangue inocente” (Mt 27:4) – “verdadeiramente
este homem era justo” (Lc 23:47) – “porque recebemos
o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez”
(Lc 23:41). Jesus sempre soube a hora que iria ser sacrificado (Jo
7:30; 8:20; 12:23; 13:1; 17:1; Lc 22:53) e deixou-se prender para
cumprir a vontade do Pai e salvar os homens, através do seu
sacrifício definitivo (Jo 10:18). Do principio ao fim, o Novo
Testamento salienta: “Eis aqui o Cordeiro de Deus que tira o
pecado do mundo”.
Cremos
que na cruz, agonizante, estava o Messias triunfante.
O
próprio Paulo declarava: “Cristo morreu pelos nossos
pecados, de acordo com as Escrituras” (I Co 15:36). Cremos que
na Cruz, Deus se revela aos homens (Mt 27:51; Mc 15:38; Lc 23:45).
No momento em que Cristo expirou, o véu do templo em Jerusalém
se rasgou de alto a baixo, eliminando a barreira que existia entre
o homem e o seu Deus (Mt 27:51).
Cremos
que a Cruz de Cristo traz o homem a Deus e leva Deus aos homens (Hb
10:19-20). Cremos que, na Cruz, Cristo se identificou com todos os
pecadores, com os quais andava em toda a sua vida, chamado-os de “irmãos”
(Hb 2:11). Até na hora de morrer, colocou-se entre dois criminosos.
Tudo isso voluntariamente, pois Ele mesmo disse: “ninguém
tira a minha vida; Eu espontaneamente a dou”. E a deu por mim
e por você. Cremos que morreu o JUSTO pelos injustos, o inocente
pelos culpados, para nos conduzir a Deus (I Pe 3:18). Cremos que Deus
considera justo aquele que aceita e confia na justiça que o
próprio Deus oferece: Jesus Cristo.
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8.
A RESSURREIÇÃO E ASCENSÃO DE JESUS
Cremos que Jesus ressuscitou em carne e osso (Lc 24:39), sendo que,
apesar disso, seu corpo tem uma nova estrutura molecular que nós
não conhecemos, visto que Ele pode entrar em um recinto fechado,
diante dos apóstolos, sem que as portas lhe fossem abertas
(Jo 20:19,26).
As
testemunhas que o viram vivo, após a sua morte, puderam comer
com Ele (Lc 24:42-43), andar com Ele (Lc 24:15), tocar nas feridas
provocadas em suas mãos e pés pelo martírio dos
cravos na cruz (Lc 24:39-40; Jo 20:27; I Co 15:4-7).
Cremos
que o Cristianismo é algo superior a todas as outras religiões
do mundo justamente porque nenhuma delas oferece o líder ressuscitado.
Todo
os grandes homens, profetas e líderes religiosos que morreram,
foram e permanecem sepultados. Somente Cristo foi sepultado e revivido
(Mt 28; Mc 16; Lc 24; Jo 20-21). Tendo subido aos céus 40 dias
depois de ressuscitado (Lc 24:50-51; At 1:9-11) e permanecido até
hoje à direita de Deus (Ef 1:19-20). Assim como o ódio
e a morte entraram no mundo pela desobediência de Adão,
a PAZ e a VIDA vieram por Cristo Jesus, nosso Senhor (I Co 15:20-21).
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9.
O ENVIO DO ESPÍRITO SANTO
Cremos que Cristo foi para o Pai mas não nos deixou órfãos:
Ele enviou o seu Espírito Santo para nos consolar, habitar
em nós e guiar-nos em toda verdade (Jo 16:7). Cremos que é
o Espírito Santo que convence o mundo do pecado, da justiça
e do juízo (Jo 16:8-11).
Cremos
que o Espírito Santo tem sabedoria (Jo 16:13) vontade própria
(I Co 12:11), sensibilidade e emoção (Ef 4:30 ; Rm 15:30),
e, assim como o Pai e o Filho, são oniscientes (I Co 2:10-11),
onipresentes (Sl 139:7), sendo Ele que opera o novo nascimento do
Cristão (Jo 3:7-8).
Cremos
que, da mesma maneira que o Espírito Santo se manifestou aos
120 discípulos no Dia de Pentecoste (At 2), ele continua se
manifestando nos dias de hoje, exercendo, inclusive, todos os seus
dons: Palavra de Sabedoria, Palavra de Conhecimento , Fé, Dons
de Curar, Operações de Milagres, Profecia, Discernimento
de Espíritos, Variedade de Línguas, Interpretação
de Línguas (I Co 12:8,10).
Cremos
que é Jesus quem batiza com Espírito Santo e Fogo (Mt
3:11) e que é o Espírito Santo que transforma o corpo
do Cristo em SANTUÁRIO (I Co 6:19). Cremos que ter o Espírito
Santo nas nossas vidas é fundamental porque é Ele que
nos orienta (Rm 8:14), enche o nosso coração de amor
(Rm 5:5), santifica (II Ts 2:13 ; II Co 3:18), produz bons frutos
(Gl 5:22-23) e intercede por nós, através de nós
(Rm 8:26-27 ; Ef 6:18).
Cremos
que a vinda do Espírito Santo ao mundo dependeu da ASCENÇÃO
E GLORIFICAÇÃO DE CRISTO (Jo 16:7) e que o homem ou
mulher não devem abrir o corpo para receber qualquer espírito,
por mais privilegiado que seja a não ser o ESPIRÍTO
DE DEUS, que é SANTO. Somente o Espírito Santo não
despersonaliza a pessoa que o recebe, não mente, não
vitupera ou faz o mal.
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10.
A SALVAÇÃO TOTAL, AO ALCANCE DE TODOS
Cremos que Deus já fez toda a sua parte. O Pai, o Filho e o
Espírito Santo não obrigam ninguém a abandonar
os seus pecados e maus caminhos. O homem continua livre para exercer
sua soberana vontade. Contudo, o pecado, a rebelião e a desobediência
mantêm o ser humano afastado de Deus. Cremos que não
existe pecado que não possa ser perdoado, a não ser
aquele que Jesus citou em (Mt 12:31-32), que é a blasfêmia
contra o Espírito Santo.
Fora disso, qualquer pecado pode ser esquecido por Deus, e a Salvação
concedida, desde que haja uma CONVERSÃO VERDADEIRA.
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11.
A CONVERSÃO
Jesus colocou a Conversão como condição “sine
qua non” para a Salvação Pessoal. Ele disse:
“SE
NÃO VOS CONVERTERDES E NÃO VOS TORNARDES COMO CRIANÇAS,
DE MODO ALGUM ENTRAREIS NO REINO DOS CÉUS” (Mt 18:3).
A
mensagem dos primeiros apóstolos ao mundo era “CONVERTEI-VOS”
(At 3:19).
Por isso, cremos que para uma pessoa alcançar a SALVAÇÃO,
ela precisa abandonar o caminho do ódio, e da morte e voltar-se
para a direção da Paz e da Vida, que é Jesus.
“E em nenhum outro há salvação, porque
também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado
entre os nomes pelo qual devamos ser salvos” (At 4:12). Cremos
que nenhum ídolo, santo, santa, homem, espírito, anjo,
demônio ou divindade pode salvar a não ser Jesus Cristo
(Gl 1:8). Para se converter, o homem precisa de Arrependimento e Fé.
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12.
O ARREPENDIMENTO E FÉ
Arrependimento é a repugnância da consciência humana
contra o pecado ou mal praticado pela própria pessoa.
Com
o nosso intelecto reconhecemos o erro diante de Deus. Com o nosso
coração reconhecemos a tristeza que demos a Deus por
aquela ofensa. E com a ajuda do Espírito Santo reconhecemos
a necessidade de buscar o perdão e a santidade em Deus (Mt
12:41; 3:2,8; At 2:36-41; 3:19-21; 17:30-31; 20:21; Rm 2:4; II Co
7:9-11).
Cremos
que, tanto quanto Arrependimento, é preciso Fé na pessoa
de Jesus Cristo e sua obra de redenção (Jo 20:31; Rm
4:7; 10:17) pois todos somos justificados pela fé e não
pelas obras (Ef 2:8-9). “Em verdade, em verdade vos digo; quem
ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida
eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para
a VIDA (Jo 5:25)”. Cremos que, arrependendo-se, o homem se reconcilia
com Deus e os seus pecados, que formavam os obstáculos que
o separava do Pai, são removidos por Cristo.
É
estabelecida a PAZ entre o homem e o seu Deus, pois os motivos de
inimizade e separação já não existem mais.
Cristo
os levou todos (Is 53). “Justificados, pois, mediante a Fé,
tenhamos PAZ com Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo”
(Rm 5:1).
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13.
O NOVO NASCIMENTO – A NOVA VIDA – A REGENERAÇÃO
O NOVO NASCIMENTO – A NOVA VIDA é obra exclusiva do Espírito
Santo. Quem se converte, não precisa morrer fisicamente para
nascer de novo, mas nasce novamente através do Espírito
Santo (Jo 3:1-15).
É
tão impressionante a transformação moral e espiritual
e, conseqüentemente, física, que uma pessoa recebe que
o próprio Cristo a chamou de NOVO NASCIMENTO e o apóstolo
Paulo de “novidade de vida” (Rm 6:4).
Cremos
que não se trata de uma reencarnação ou novo
nascimento físico, mas sim um NOVO NASCIMENTO espiritual, onde
somos gerados pela Palavra de Deus, através do Espírito
Santo. (Tg 1:18; I Pe 1:23).
Antes
de se converter, o homem é apenas uma criatura para Deus. Depois
que o ser humano aceita Jesus, pela graça do NOVO NASCIMENTO
ele passa a ser Filho de Deus: “Mas a todos quantos o receberem,
deu-lhes o poder de serem feitos Filhos de Deus; a saber: aos que
crêem no seu nome” (Jo 1:12).
Cremos
que, por sermos Filhos de Deus, Cristo divide conosco todos os direitos
de sua herança celeste (Rm 8:17; Gl 4:1-7).
Esta
NOVA VIDA que homem recebe de Cristo já é chamada de
VIDA ETERNA, porque, ao nos arrepender de nossos pecados, reconciliamo-nos
com o nosso PAI, sendo-nos imputada justiça através
do sacrifício de Cristo. Assim, antecipamos o Dia do Juízo
em nossas vidas para o Dia Aceitação, obtendo imediatamente
a absolvição da parte de Deus.
Cremos
que o Salvo não precisa morrer para gozar VIDA ETERNA, porque
esta VIDA passa a ser desfrutada aqui e agora, graças ao sacrifício
feito por Cristo (Jo 5:24; 6:47), sendo, a VIDA após a morte,
uma conseqüência lógica e justa de uma sábia
escolha tomada durante esta vida, em favor da VIDA.
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14.
O BATISMO NAS ÁGUAS: A MORTE E RESSURREIÇÃO COM
CRISTO
Cremos que o Batismo é um gesto do novo Cristão para
se identificar com a Morte, Sepultamento e Ressurreição
Gloriosa do seu Salvador.
Do
mesmo modo que Cristo morreu e permaneceu sepultado por três
dias, assim também o novo Cristão, ao ser submergido
totalmente pelas águas está sepultando a velha criatura
junto com todos os seus pecados (Rm 6:4; Cl 2:12). Ao emergir das
águas batismais, o Cristão está ressuscitando
com Cristo (II Co 5:17), tendo se lavado e purificado de todo os seus
pecados (At 2:38 ; 22:16).
Cremos
que o próprio Cristo se fez batizar por João Batista
(Mt 3:13-17; Mc 1:9-11; Jo 1:32-34; Lc 3:21-22) para cumprir toda
justiça do Pai. Com isso, Jesus deixou claro que todos os seres
humanos conscientes precisam ser batizados por uma determinação
divina (Mc 16:16). O batismo foi feito para pecadores arrependidos.
Cristo não tinha pecado para se arrepender e se batizou para
cumprir a Justiça de Deus e nos dar o exemplo.
Cremos
que não existe pessoa na terra, por melhor que seja que não
precisa ser batizada. A Bíblia declara que Deus olhou para
a Terra e não viu um justo sequer (Rm 3:10). A benção
da justificação e do perdão só é
obtida por aqueles que depositam sua confiança em Cristo (Rm
3:22; 4:16; Gl 2:16) e no seu sacrifício (Rm 5:8-9; 3:26).
O novo cristão deve ser batizado em nome do Pai, do Filho e
do Espírito Santo (Mt 28:19), conforme a orientação
dada por Jesus, não importando seu estado civil, condição
social e econômica ao se converter.
Cremos
que o ser humano arrependido e batizado nas águas se identifica
de tal maneira com a morte, sepultamento e ressurreição
do seu Salvador (Rm 6:1-4), que a Bíblia diz que ele se torna
“membro do Corpo de Cristo” (I Co 12:27), que se “se
revestiu de Cristo” (Gl 3:27) e que agora “está
em Cristo” (II Co 5:17; Gl 3:28; Ef 1:1). E tudo isso, pelo
princípio da graça e do amor de Deus: “sendo justificados
gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção
que há em Cristo Jesus” (Rm 3:24).
Somos
contra a cobrança do batismo, mesmo quando esta cobrança
vem acompanhada da desculpa de ajudar a obra da Igreja.
Cremos
que o Batismo do Arrependimento nas Águas deve ser feito somente
em favor de pecadores, arrependidos, o que exclui totalmente o batismo
de seres humanos que não conhecem o bem ou mal e não
tem consciência de seus pecados e muito menos sabem o que é
arrepender-se. O procedimento correto com crianças e recém-nascidos
de pais cristãos é apresentá-los a Deus, no templo,
conforme o próprio Cristo foi apresentado quando nenê
(Lc 2:22). O batismo de crianças é anti-bíblico
e nunca foi solicitado ou instituído por Cristo ou seus apóstolos,
tratando-se apenas de um hediondo recurso de muitas Igrejas para arrecadar
recursos financeiros, sem qualquer temor de Deus, comparando-se isto
à cobrança de indulgências no ano de 1515.
Cremos
que os adultos que morrem sem o Batismo de Arrependimento, ainda que
batizados ou apresentados quando recém-nascidos ou crianças,
morrem como pessoas que não cumpriram toda Justiça de
Deus (Mt 3:15).
Cremos,
também, que “há um só batismo” (Ef
4:5), não havendo necessidade do Cristão se batizar
novamente, qualquer que seja a justificativa para isso. Abominamos
totalmente a prática de dois batismos de arrependimento.
Com
o batismo das águas, o Cristão passa a ser parte do
corpo místico e visível de Cristo aqui na terra, passando
a ser tratado como membro deste corpo e irmão de todos os
outros membros da Comunidade Cristã PAZ E VIDA, com todos
os benefícios desta comunhão.
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15.
A SANTIFICAÇÃO
Cremos que todo aquele que se converte a Cristo é por Ele santificado,
no sentido de ser separado para Deus, recebendo, por isso, o nome
de santo (At 9:32,41; 26:10; Rm 1:7; I Co 1:2).
Cremos
que o novo homem e a nova mulher, gerados pelo Espírito Santo,
travam uma luta diária com o seu “velho eu” e que,
graças às vitórias que Cristo concede, as suas
vidas vão se tornando cada vez mais santificadas e perfeitas.
O Espírito Santo transforma o nosso corpo e a nossa vida no
verdadeiro lugar de culto a Deus (Rm 12:1).
Cremos
que é da vontade de Deus que nos santifiquemos e que todo crente
fiel é possuído por este novo interesse na vida: servir
a quem primeiramente nos amou, para quem fomos separados. Ao invés
de amar o mundo e as coisas do mundo, começamos a amar mais
a Deus e suas coisas.
Cremos
que a santificação é possível graças
ao cumprimento da promessa de Cristo, que disse: “Se alguém
Me ama, guardará a Minha Palavra, e o Meu Pai o amará,
e iremos para ele, e faremos nele morada” (Jo 14:23).
Cremos
que a Santificação é uma vida cheia do Espírito
Santo, que cria uma natureza reta no homem; “e porei dentro
de vós o Meu Espírito, e farei que andeis nos Meus estatutos,
e guardeis os Meus juízos e os observeis” (Ez 36:25-27).
Cremos
que não obstante a santificação ser obra do Espírito
Santo, o novo cristão deve lembrar-se das advertências
de Cristo para vigiar e orar, “porque o diabo, vosso adversário,
rugindo como um leão, anda em redor, buscando alguém
a quem possa tragar” (I Pe 5:8).
Cremos
que ninguém está livre das tentativas do mal e que,
se o crente pecar, ele não deve ficar omisso ou quieto, mas
orar com sincero arrependimento ao Seu Senhor e Advogado para que
perdoe as suas faltas. Somente se julgar necessário é
que deverá procurar o seu Pastor e relatar o fato, solicitando
orientação e oração. Somos contra a repreensão
pública do Cristão faltoso, por considerá-la
escandalosa e degradante, além de totalmente insensata. Humilhando
publicamente o que falhou, só se consegue afastá-lo
da congregação e, dificilmente, reconquistá-lo
para Cristo. Devemos proceder conforme Jesus ensinou em Mt 18:15-17.
Cremos
que, “se resistirmos ao diabo, ele fugirá de nós”
(Tg 4:5).
“Segundo
é santo Aquele que vos chamou, tornai-vos santos, também
vós mesmos em todo vosso procedimento, porque escrito está
sede santos, porque Eu sou santo” (I Pe 1:15-16; Mq 6:8; Jo
15:4-10; Rm 6:11-14; 8:12-13; II Co 7:1; Gl 5:24; Ef 4:24; Cl 3:10).
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16.
A SANTA CEIA
Cremos que a Santa Ceia é uma comemoração da
nossa redenção espiritual e que a sua observação
é uma lembrança apocalíptica de que Cristo voltará.
Cremos que o uso do pão partido na Santa Ceia é para
nos lembrar que o verdadeiro pão da vida – Jesus Cristo
– foi partido por nós. Igualmente, o fruto da videira
é uma maravilhosa lembrança do sangue precioso que Jesus
derramou no Calvário para lavar os nossos pecados e tirar do
nosso ombro o fardo tão pesado das nossas iniqüidades,
dores, enfermidades e transgressões (Is 53).
Cremos
que a Santa Ceia é uma poderosa instituição divina
que renova o Cristão e o alimenta do Corpo e do Sangue de Cristo,
preparando-o para o Dia da Sua Volta, quando, então, Ele nos
proporcionará que participemos da Ceia em Seu Reino, na Sua
preciosa companhia (Mc 14:25).
Cremos
que o homem e a mulher, antes de participarem deste sagradíssimo
sacramento, devem se submeter ao mais rigoroso exame de consciência
e vida, perdoando indistintamente todos os que lhe tem ofendido, e
pedindo perdão a Cristo de seus pecados, para que não
venham a participar indevidademente, comendo e bebendo para sua própria
condenação, tornando-se culpados da morte de Cristo.
(I Co 11:26-28 e II Co 13:5).
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17.
O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO E SEUS DONS
Cremos que é Cristo quem batiza com Espírito Santo e
Fogo, conforme o anúncio feito por João Batista (Mt
3:11; Jo 1:33; Lc 3:16; Mc 1:8) e que o cumprimento desta verdade
no Dia de Pentecoste, (At 2), no inicio da era cristã, trouxe
a este mundo conturbado e aflito uma nova relação de
amor e amizade entre o homem e o seu Deus: o corpo do homem passou
a ser o verdadeiro templo de Deus (Jo 14:17; I Co 3:16).
Por
ser Cristo quem batiza com Espírito Santo, e por Ele ser “o
mesmo, ontem hoje e eternamente”, cremos que Cristo continua
abençoando o seu povo com o cumprimento desta promessa, batizando
os cristãos atuais com o mesmo Espírito Santo dos dias
apostólicos, sendo que o falar em outras línguas, tanto
quanto os outros dons somados ao fogo do Espírito Santo, continuam
a ser os sinais externos desta maravilhosa graça.
Cremos
que a Igreja deste século é tão carente quanto
à primitiva, necessitando igualmente de força e graça
do Espírito Santo para propagar o Evangelho, confrontar o mundo
sem temor, ganhar almas e operar milagres (At 2:4; 2:14-43) e que,
sem esta benção, a Igreja não consegue atender
perfeitamente a Grande comissão dada pelo Senhor.
Cremos
que a Sua presença enche o Cristão e a Igreja de PAZ
e VIDA, sendo que os seus poderes espetaculares são distribuídos
pelo Espírito Santo aos cristãos, visando o benefício
da Igreja (I Co 12: 7).
Nenhum
cristão deve se vangloriar, ter inveja ou rivalidades por causa
de como os dons são distribuídos pelo Espírito
Santo à Igreja, porque Ele o faz segundo a sua soberana vontade
e onisciência, sem que qualquer pessoa por Ele agraciada seja
melhor ou mais importante do que outra (I Co 12:14-20).
Cremos
nos Nove Dons do Espírito Santo, que continuam a ser distribuído
nos dias atuais, conforme a Sua graça. Eles são: Sabedoria,
Palavra do Conhecimento, Fé, Dons de Curar, Operações
de Milagres, Profecias, Discernimento de Espírito, Variedade
de Línguas, Capacidade de Interpretá-la (I Co 12:8-11)
e que todo crente fiel deve buscar e ter pelo menos um destes dons
(I Pe 4:10 e I Co 12:7).
Cremos
que o Batismo no Espírito Santo pode ocorrer com o crente a
qualquer momento, mesmo que ele ainda não tenha sido batizado
nas águas, conforme aconteceu com Cornélio e sua casa
(At 10:44-46) e que esta benção pode vir através
da imposição das mãos (At 8:17; 19:6), do ouvir
a Palavra de Deus (At 10:44), das reuniões de oração
ou louvor (At 2:1) ou onde e como o Espírito Santo desejar
(Jo 3:8).
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18.
A VIDA PLENA DO ESPÍRITO SANTO
Cremos
que aquele que vive uma vida cheia do Espírito Santo não
pratica o egoísmo, a impiedade, fanatismo, escândalos,
calúnia, conversas vãs, murmurações,
cólera, blasfêmias, críticas maldosas ou qualquer
outro gesto maledicente, pois estas coisas afugentam o Espírito
Santo, que é dócil, sensível e delicado como
uma pomba (Ef 4:30-32).
Cremos
que cristãos devem viver os seus dias andando como Cristo
andou (Jo 2:6; Gl 5:16,25), sendo pacientes, amorosos, dedicados,
generosos, sóbrios, verdadeiros, sinceros, de oração,
criteriosos, mansos, bons, fervorosos, longânimos, temperados,
humildes, piedosos, zelosos, suportando-se e perdoando-se mutuamente,
instando a tempo e fora do tempo, servindo ao Senhor e aos seus
iguais (Ef 6:18; Cl 3:12-13; Rm 12:6-8; I Pe 4:10).
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19.
PROBLEMAS E DOENÇAS: MILAGRES E CURAS DIVINAS
Cremos
que Deus pode interferir em tudo e em todos, mas que Ele não
altera a ordem das coisas que o homem procura estabelecer, respeitando
o direito que Ele próprio concedeu ao ser humano de traçar
o seu caminho, através do livre arbítrio.
Deus
controla as mínimas coisas da natureza, como o cair de uma
folha de árvore ou morte de um simples passarinhos (que não
ocorre se não for da Sua vontade), mas não interfere
nas decisões humanas, tomadas com arrogância e auto-suficiência,
razão do caos que o mundo se encontra.
Contudo,
quando o homem confessa a sua incapacidade para resolver os seus problemas
e os entrega nas mãos de Deus, Ele opera e abençoa através
da oração da fé (Tg 5:15).
Cremos
que, para Deus, não há impossíveis (Mt 19:26)
e que Ele pode operar qualquer milagre, bastando, para isso, que o
homem simplesmente creia no seu poder (Mt 9:28; 13:58; Mc 9:22-24;
At 14:9).
Quanto
às doenças, cremos que elas têm, geralmente, quatros
naturezas:
a)
FÍSICA: a doença física é causada por
germens, micróbios, bactérias, vírus, bacilos
e outros microorganismos infecciosos, conhecidos ou não pela
ciência. Ex. gripe, tuberculose, pneumonia, etc.
b)
ESPIRITUAL: a doença espiritual é causada por espíritos
de enfermidades que, não conseguindo tomar todo o corpo do
ser humano, se alojam em determinada parte do organismo, ocasionando
a dor e os sintomas da “doença”. Ao contrário
das doenças físicas, as doenças espirituais não
podem ser detectadas por exames ou chapas. Ex. o homem que era mudo.
Quando Jesus tirou o espírito imundo, o homem falou (Lc 11:14).
Idem, mulher que andava encurvada há 18 anos (Lc 13:11,12).
c)
PECADO: a doença causada pelo pecado é tão terrível
quanto à espiritual, pois também não pode ser
detectada por métodos científicos e tão pouco
curada por remédios. Ela só pode ser curada quando o
homem é perdoado de seus pecados. Ex. o paralítico de
Cafarnaum, sobre o qual Jesus disse: “o que é mais fácil?
Dizer: Perdoado te são os teus pecados ou dizer: Levanta-te
e anda?” (Mt 9:5). E Ele o curou, dizendo: “perdoados
te são os teus pecados. Levanta-te, toma a tua cama e vai para
tua casa” (Mt 9:6).
d)
PROVA DIVINA: esta doença não é causada por nenhuma
das três formas, mas é permitida por Deus para provar
o homem ou para que o Seu nome seja glorificado. Ex. a doença
de Jó e o cego do Novo Testamento, descrito em (Jo 9:2-3).
A
verdade é que, qualquer que seja o motivo ou natureza da doença,
TODAS ELAS PODEM SER IMEDIATEMENTE CURADAS PELO PODER DO SACRIFÍCIO
(Mt 8:17) E DO NOME DE JESUS CRISTO (Mc 16:17; At 4:30).
Cremos
que é da vontade de Cristo que todos gozemos de boa saúde
e que ninguém precise sofrer o flagelo da doença, porque
no sacrifício da Cruz do Calvário, Cristo já
pagou a conta do médico por nós (Is 53).
“A
oração da fé salvará o doente, e o Senhor
o levantará... e se houver cometido pecados, ser-lhe-ão
perdoados (Tg 5:15)”.
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20.
O GOVERNO DA TERRA
Cremos que é dever do crente obedecer às leis do seu
País e orar seus governantes, devendo obedecê-los e apoiá-los
constantemente, exceto naquilo em que estiverem errados ou em oposição
à Palavra de Cristo, porque “importa obedecer a Deus
e não aos homens” (At 5:29).
Cremos
que Cristo é o nosso verdadeiro Rei, Senhor e Imperador absoluto
de todos os senhores (Ap 19:16; Dn 3:15-18; 6:7-10; Mt 10:28).
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21.
EVANGELISMO NO MUNDO
Cremos que evangelizar é a principal missão da Igreja,
enquanto estiver sobre a Terra (Ez 3:17-18), sendo que, em todo lugar
e em qualquer tempo, é preciso pregar o Evangelho de Cristo
com convicção, pois os campos estão constantemente
preparados para a ceifa (Jo 4:35-37). Cremos que a Igreja deve sempre
orar a Deus para que envie obreiros e trabalhadores para a sua Seara
(Mt 9:38) porque o número de pregadores é sempre pequeno
em vista de tanto trabalho que precisa ser feito. Cremos que ao homem
e à mulher cabem responsabilidades iguais na obra de evangelização
mundial, procurando servir na plenitude das suas capacidades espirituais
e materiais para levar a Salvação aos pecadores, arrebatando-os
do fogo.
Cristo
escolheu doze apóstolos como evangelistas, os usou tremendamente
na propagação do evangelho, mas da mesma maneira honrou
muitas mulheres no seu ministério, revelando as verdades
espirituais, fatos e profecias de sentido transcendental, que as
transformaram em mensageiras tão importantes quanto os seus
irmãos pregadores.
Como
prova disto, nós temos que:
A
profetiza ANA foi à primeira mulher a anunciar aos judeus
que o Redentor havia nascido (Lc 2:36-38).
A
mulher de Samaria trouxe toda a sua cidade para Jesus, tornando-se
a primeira missionária cristã do mundo (Jo 4:25-30).
Maria
Madalena foi à primeira pessoa a ver o Cristo Ressuscitado
e também a primeira pessoa a se converter na Europa e também
a primeira a acolher os apóstolos (At 16:13-14).
Eram
as mulheres que acompanhavam e serviram Cristo e os Apóstolos
com seus bens. É tão patente que sempre foi propósito
de Deus também usar as mulheres, que até o velho Testamento
é rico em exemplos de mulheres que se destacaram e foram
uma benção para o seu povo. É o caso de Débora,
Rute, Ester, Abigail, Raabe, entre outras.
Por
isso, cremos que a força das mulheres deve se juntar à
dos homens, em benefício do Reino de Deus, constituindo-se
esta união numa grande benção para a Igreja
de Cristo, que deve seguir em frente, levando as Boas Novas a todo
o mundo (Mc 16:15), multiplicando-se à cada dia (At 16:5),
aumentado o número de salvos (At 2:47), que irão fazer
parte do corpo místico de Cristo (Rm 12:5-8), enviando pastores(as)
e missionários(as), somente parando com esta tão extraordinária
missão no dia em que Jesus voltar, lembrando-nos sempre das
suas palavras: “negociai até que eu venha” (Lc
19:13).
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22.
A SEGUNDA VINDA DE CRISTO E O MILÊNIO
Cremos
que a Volta de Jesus é Iminente (Mt 24:42-44) e que ela será
Pessoal (At 1:11), Visível (Mt 24:20,47) Inconfundível
(Ap 1:7), Repentina (I Co 15:52), Inesperada (Lc 21:34; Mt 24:36-44)
vindo numa hora que ninguém imagina.
Da
mesma maneira que a sua primeira vinda trouxe divisão entre
os homens (Lc 12:51), Cristo virá pela segunda vez concretizar
esta separação (Mt 24:40-41).
Cremos
que “o mesmo Senhor descerá do céu com alarido,
com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em
Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos
vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvem, para encontrar
o Senhor nos ares e assim estaremos sempre com Ele (I Ts 4:13-17).
Cremos
que depois disto, desceremos a Terra com Jesus e seremos como sacerdotes
de Deus e de Cristo, reinando com o Senhor por mil anos e que, durante
este período, o dragão, a antiga serpente, que é
o diabo e Satanás, estará amarrado e preso no abismo,
para que não mais engane as nações (Ap 20:1-4).
Cremos
que os demais mortos não reviverão até que se
acabe o Milênio e que “bem aventurado e santo aquele que
tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não
tem poder a segunda morte” (Ap 20:5-6).
Cremos
que, terminado os mil anos, satanás será solto da sua
prisão, e sairá a enganar as nações que
estão sobre os quatro cantos da terra... “cujo número
é como a areia do mar, para as ajuntar em batalha e lutar contra
o arraial dos santos e a cidade amada” (Ap 20;7-9).
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23.
O JUÍZO FINAL
Cremos
que, após esta batalha, de onde o diabo será lançado
definitivamente no lago do fogo e enxofre (Ap 20:7-10) o Mar dará
os mortos que nele estiverem. A morte e o Além entregarão
os mortos que neles existirem e que Deus há de julgar, segundo
suas obras, tanto os vivos como os mortos, poderosos e humildes,
e que todos hão de comparecer para este grande julgamento,
quando será feita a última separação
entre os que aceitaram a Cristo e os que foram indiferentes ao Seu
sacrifício ou rejeitaram o seu apelo amoroso para que se
arrependessem (Ap 20:11-13). Neste da “os justos resplandescerão
como o sol, no reino do seu Pai” (Mt 13:43; II Co 5:10).
E
quando o filho do homem vier em sua glória, e todos os santos
anjos com ele, então se assentará no trono da sua
glória; e todas as nações serão reunidas
diante dele e apartará um dos outros como pastor aparta dos
bodes as ovelhas... “e irão estes para o tormento eterno
mas os justos para vida eterna”. (Mt 25:46)
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24.
O TORMENTO ETERNO
Cremos que Deus, por ser amoroso, não quer a morte do ímpio,
pois Ele mesmo declara: “... vivo Eu, YHVH, que não tenho
prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta
do seu caminho e VIVA. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus
caminhos; pois, por que razão morrereis?” (Ez 33:11).
Deus
é claro na Sua palavra: quem não se converter receberá
o dano da Segunda Morte, que é estar separado de Deus definitivamente.
Neste castigo, que Deus preparou para os maus, o “bicho não
morre e o fogo nunca se apaga” (Mc 9:43-44). Neste local de
choro, amargura, trevas, ranger dos dentes, e tardio arrependimento,
ficarão os tímidos, fornicários, descrentes,
abomináveis, criminosos, feiticeiros, os que em vida consultavam
os mortos, os idólatras, mentirosos e os que rejeitaram e desprezaram
o amor e o sacrifício de um Salvador banhado em sangue, apesar
de todas as oportunidades que Deus lhes concedeu para que pudessem
se arrepender (Mt 13:41-42). Neste local, primeiramente preparado
para o diabo e seus anjos caídos, também serão
lançados todos aqueles que não foram achados escritos
no Livro da Vida (Ap 20:10,15).
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25.
O NOVO CÉU E A NOVA TERRA
Cremos que o primeiro céu e a primeira terra atuais passarão,
deixando também o mar de existir, e que no Novo Céu
e na Nova Terra estará a Nova Jerusalém, a qual descerá
adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido. Nela,
Deus habitará com os homens, limpando dos seus olhos todas
as lágrimas; e não haverá mais mortes, nem pranto,
nem clamor, nem dor; “porque já as primeiras coisas são
passadas” (Ap 21:1-4). Na Nova Jerusalém não haverá
templo, porque o seu templo é o Deus Todo-Poderoso e o Cordeiro.
Também não haverá sol nem lua porque a Glória
de Deus a alumiará e o Cordeiro será a sua lâmpada.
E todas as nações andarão à sua luz. Nela
não entrará coisas alguma que seja imunda, que cometa
abominação ou mentira, mas só os que estão
inscritos no Livro da Vida do Cordeiro (Ap 21:22-27).
“E
ali nunca mais haverá maldição contra alguém
e nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os seus servos
o servirão. E verão o seu rosto, e nas suas testas estará
o seu nome. E ali não haverá mais noite, e não
necessitarão de lâmpada nem de luz do sol, porque o Senhor
Deus os alumia; e reinarão para todo o sempre”. Amém
(Ap 22:3-6).
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26.
DÍZIMOS E OFERTAS
Cremos que o Dízimo é um dever do crente fiel, sendo
um mandamento com promessa infalível: dando para a Casa de
Deus, o crente recebe muito mais da Sua Casa. Diz o Senhor: “Trazei
todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento
na minha casa, e depois fazei prova de mim, se eu não vos abrir
as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma
bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança”
(Ml 3:10).
Confirmando
o mandamento com promessa, Jesus disse: “Dai, e ser-vos-á
dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando vos deitarão
no vosso regaço” (Lc 6:38).
Cremos
que os Dízimos e ofertas sempre foram planos de Deus para que
nunca faltasse nada na Sua Casa e para que a Igreja pudesse ter todos
os meios e recursos necessários para cumprir a sua gloriosa
missão.
Assim
como somos co-herdeiros das coisas e riquezas de Cristo, também
Cristo deve ser co-proprietário das nossas humildes posses
neste mundo, sendo que o crente generoso agrada e alegra a Deus (II
Co 9:7).
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27.
OS MEMBROS: CRISTÃOS AUTÊNTICOS
Os
fiéis da Comunidade Cristã PAZ E VIDA devem ter a experiência
de uma conversão genuína e sincera, serem batizados
nas águas e transparecer, através de gestos, pensamentos
e palavras, o novo nascimento no Espírito Santo, possuindo
grande desejo de ganhar almas e lealdade para com esta Comunidade
e seus líderes, ajudando na manutenção e crescimento
da sua Comunidade local, dispondo para isso, das suas orações,
contribuições e trabalho, fugindo das discussões
de doutrinas, idéias marginais e concepções filosóficas,
que só contribuem para ofuscar a visão espiritual do
crente e desviar a sua atenção da grande finalidade
de nossas vidas cristãs que é, justamente, glorificar
a Cristo, colocando-o como centro de nossos pensamentos, emoções,
preocupações e vontade. “Para que não sejamos
mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina...
Antes, seguindo a verdade em caridade, cresçamos em tudo naquele
que é a cabeça: Cristo! (Ef 4:14-15)”.
Enfim,
exortamos o cristão fiel a viver o dia de hoje como se Cristo
fosse voltar amanhã e anunciar a sua mensagem com tal urgência
como se a salvação do mundo todo dependesse do seu único
testemunho, chorando pelas almas perdidas e lançando no rosto
dos homens o grande amor e interesse que Deus tem em salvá-los,
assim como Jesus chorou com grande dor sobre Jerusalém, vendo
naquela geração todos os homens de todas as épocas,
passadas, presentes e futuras: “JERUSALÉM, JERUSALÉM,
QUE MATAS OS PROFETAS, E APEDREJAS OS QUE TE SÃO ENVIADOS!
QUANTAS VEZES QUIS EU AJUNTAR OS TEUS FILHOS, COMO A GALINHA AJUNTA
OS SEUS PINTOS DEBAIXO DAS ASAS, E TU NÃO QUISESTES!”.
(Mt 23:37)
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