Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Inflação de 2017 fica abaixo do limite mínimo, diz IBGE

inflação registrou alta de 2,95% em 2017, segundo dados divulgados pelo IBGE nesta quarta-feira. Com o resultado, o avanço dos preços no ano ficou abaixo do patamar mínimo estabelecido pelo governo. O centro da meta era de 4,5%, mas a margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual faz com que os limites vão de 3% a 6%.

A taxa acumulada pelo IPCA no ano é a menor desde 1998, segundo o IBGE. Em dezembro, houve avanço nos preços de 0,44%, ante alta de 0,28% em novembro. A alta no últiumo mês foi puxada pela alta nos grupos alimentação e bebidas e transportes.

O grupo alimentação, que responde por cerca de um quarto dos gastos dos brasileiros, passou de queda de 0,38% para alta de 0,54%, pressionado pela alta do preço da comida consumida em casa. “Apesar de alguns produtos terem caído de preços, como o feijão-carioca (6,73%) e o leite longa vida (1,43%), outros, também importantes na mesa dos brasileiros, exerceram pressão contrária, como as carnes (1,67%), as frutas (1,33%), o frango inteiro (2,04%) e o pão francês (0,67%)”, disse o IBGE em nota.

Fonte: VEJA


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