Pr. Emerson Stevanelli

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Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Alex Oliveira

Pr. Alex Oliveira

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Crescio Rezende

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Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Delson Campos

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Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Fábio Henrique

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Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Neilton Rocha

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Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Regino Barros

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Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Raphael Batista

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Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

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Sede Estadual - SE [email protected]

PF prende Geddel após encontrar imóvel com R$ 51 milhões

O ex-ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima (PMDB) voltou a ser preso em regime fechado, pela Polícia Federal, na manhã desta sexta-feira. Geddel foi detido no último dia 3 de julho, por decisão do juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, tendo sido transferido para a prisão domiciliar nove dias depois, por decisão do desembargador Ney Belo.

Agora, o ex-ministro será levado de volta para Brasília, onde cumprirá a nova detenção preventiva, também assinada por Vallisney. O juiz também determinou a prisão do advogado Gustavo Ferraz e mandados de busca e apreensão nas casas de Geddel, da mãe dele, e de Ferraz.

A ação acontece três dias depois da Operação Tesouro Perdido, a descoberta de um apartamento que serviria de “bunker” para o ex-ministro. Após uma denúncia anônima, a PF fez no imóvel maior apreensão de dinheiro em espécie da história do país: 51 milhões de reais. Segundo os policiais, as digitais do ex-ministro foram encontradas nas cédulas e nas caixas que guardavam o valor dentro do apartamento.

Dono formal do imóvel, o empresário Silvio Silveira confirmou em depoimento que o apartamento estava emprestado para o uso de Geddel. Ouvido pela PF, Silveira afirmou ter cedido o imóvel para que o peemedebista guardasse os pertences do seu pai, falecido em 2016, e que não tinha conhecimento de haver dinheiro no apartamento.

O ex-ministro é investigado no âmbito da Operação Cui Bono?, que investiga desvios na Caixa Econômica Federal, da qual Geddel foi vice-presidente de Pessoa Jurídica entre 2011 e 2013. Segundo as investigações, Geddel, o doleiro Lúcio Funaro, o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e outro ex-executivo da estatal, Fábio Cleto, receberam benefícios indevidos em troca da autorização de empréstimos e financiamentos pela Caixa.

Ao decidir a primeira prisão do peemedebista, o juiz Vallisney Oliveira ainda pontuou que ele pode ter cometido o crime de obstrução de Justiça, após as alegações da defesa de Funaro, que afirmou que Geddel havia feito diversos telefonemas a esposa de Funaro após saber que executivos da JBS haviam fechado acordo de delação premiada com o MPF.

Na sua colaboração com a Justiça, revelada em primeira mão na edição desta semana de VEJA, Funaro diz ter intermediado um pagamento de um milhão de reais em propinas da Odebrecht para Geddel. O doleiro Lúcio Funaro afirmou que o dinheiro teria saído dos 4 milhões que retirou no escritório do advogado José Yunes, amigo íntimo do presidente Michel Temer. Até então, a informação que se sabia é que todo esse valor teria como destino o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha.

Procurado por VEJA, o advogado de Geddel Vieira Lima, Gamil Foppel, afirmou, em nota, que “somente se manifestará quando, finalmente, lhe for franqueado acesso aos autos, especialmente aos documentos que são mencionados no decreto prisional”. “Pesa dizer que o direito de defesa e, especialmente, as prerrogativas da advocacia, conferidas por lei, sejam tão reiteradamente desrespeitadas, impedindo-se o acesso a elementos de prova, já documentados nos autos”, concluiu.

Fonte: VEJA


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