Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Autoridades americanas definem que quem tem pressão 13X8 já pode ser considerado hipertenso

 

De cada 10 brasileiros, três têm pressão alta, só que a metade das pessoas que tem, não sabe! No Bem Estar desta terça-feira, 28 de novembro, o cardiologista e consultor do programa Dr. Roberto Kalil explica: afinal, o que é pressão alta? Dr. Décio Mion, nefrologista, explica porque quem tem pressão alta precisa tomar remédio pra sempre.

A nova diretriz americana – Novas diretrizes mudaram o limite para a classificação de pressão arterial alta nos Estados Unidos. Com isso, 46% dos adultos americanos passaram a ter a doença. A pressão de uma pessoa era considerada alta quando maior que 140 por 90. Este limite também era usado no Brasil. A mudança que passa a valer agora é de 130 por 80. Com essa nova diretriz, mais 14% dos adultos dos EUA passam a ter o problema, o que significa mais de 30 milhões de pessoas.
Dietas pobres, falta de exercícios e outros maus hábitos causam 90% dos problemas de pressão. O risco de doenças cardíacas, acidentes vasculares cerebrais e outros problemas caem à medida que a pressão sanguínea é estabilizada.
Apenas metade dos americanos com hipertensão tem controle sobre a doença. O anúncio dessa nova medida ocorreu em conferência da Associação Americana do Coração, em Anaheim, na Califórnia.
E no Brasil? – É preciso ter um consenso em relação aos hábitos de cada país. Analisar a situação do país e das pessoas, seus hábitos alimentares, os níveis de sedentarismo, tabagismo e número de pessoas obesas. Por enquanto, no Brasil, seguimos a nossa diretriz que classifica em 14X9 a pressão considerada alerta para hipertensão.

Cada caso precisa de acompanhamento individualizado. Antes de tudo é preciso analisar o risco de doença cardiovascular de cada paciente e isso também determina o tratamento. A intervenção nos casos de 14X9 ou até mesmo 13X8 é inserir novos hábitos alimentares, redução de sódio e atividade física. O tratamento medicamentoso depende de doenças preexistentes.

É muita pressão – Hipertensão, usualmente chamada de pressão alta, é ter a pressão arterial, sistematicamente, igual ou maior que 13X8. A pressão se eleva por vários motivos, mas principalmente porque os vasos nos quais o sangue circula se contraem. O coração e os vasos podem ser comparados a uma torneira aberta ligada a vários esguichos. Se fecharmos a ponta dos esguichos, a pressão lá dentro aumenta. O mesmo ocorre quando o coração bombeia o sangue. Se os vasos são estreitados, a pressão sobe.

A hipertensão aumenta o risco de doenças cardiovasculares. A avaliação de um hipertenso passa por vários pontos: se há doenças associadas, se o indivíduo é fumante, obeso e sedentário. E se os órgãos alvos foram afetados de alguma maneira (coração, rins e cérebro). Conforme essa avaliação é possível prescrever o tipo de tratamento.

Diagnóstico – A pressão arterial deve ser aferida com o paciente na posição sentada, respeitando um período de repouso de cinco minutos. Muitas vezes são necessárias várias leituras para estabelecer um diagnóstico.
Tratamento – Cada paciente terá uma indicação. A mudança dos hábitos alimentares, adesão a atividade física e controle com monitoração da pressão com frequência é fundamental. Tratamento medicamentoso: o uso de anti-hipertensivos ajuda a reduzir a resistência vascular periférica, promovendo vasodilatação. O uso de diuréticos associados ao tratamento de hipertensão é recomendado quando o paciente apresenta um quadro de hipertensão associado a outras doenças. O diurético faz com que a pessoa perca mais água e elimine mais sódio (sal) pela urina. Com menos sal, os vasos sanguíneos relaxam, diminuindo a pressão.
Se não tratada – As principais complicações da hipertensão são derrame cerebral (AVC), infarto agudo do miocárdio e doença renal crônica. Além disso, a hipertensão pode levar a uma hipertrofia do músculo do coração, causando arritmia cardíaca.
É pra toda vida – Muitos pacientes não entendem a importância do tratamento e abandonam assim que começam a apresentar alguma melhora. Hipertensão é uma doença crônica, o paciente precisa usar o medicamento continuamente.

 

Fonte: G1


bannerMemorial

Dom. dia 21/10, às 8h     Reunião do Santo Jejum   SEDE ZONA LESTE         Av. Celso Garcia, 6076 - Penha - São Paulo - SP